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BC: projeção de inflação para 1º tri 2024 é compatível com a meta

Em relação ao ciclo, que acumula alta de 11,75, o Copom destacou que "foi bastante intenso e tempestivo"

Por Wesley Sousa

09/08/2022 | 11:15 Atualização: 09/08/2022 | 10:43

O volume financeiro global de emissões sustentáveis chegou a US$ 1,6 trilhão no biênio 2020-2021. Sede do Banco Central, em Brasília (DF). Foto: Dida Sampaio/Estadão
O volume financeiro global de emissões sustentáveis chegou a US$ 1,6 trilhão no biênio 2020-2021. Sede do Banco Central, em Brasília (DF). Foto: Dida Sampaio/Estadão

(Thaís Barcellos e Eduardo Rodrigues, Estadão Conteúdo) – O Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central afirmou, na ata de seu último encontro, que a projeção de inflação em 12 meses no primeiro trimestre de 2024 é “compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”. O Copom projeta alta de 3,5% para esse período. “O Comitê notou que a projeção de inflação para o ano-calendário de 2024 também se encontra ao redor da meta estipulada”, completou em referência à sua projeção de 2,7%, aquém do centro da meta de 3,0% para o referido ano.

Leia mais:
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Segundo a ata, o BC optou por dar ênfase ao horizonte em 12 meses até o primeiro trimestre de 2024 porque se notou que “as projeções de inflação para os anos de 2022 e 2023 estavam sujeitas a impactos elevados associados às alterações tributárias entre anos-calendário”, disse, em referência às medidas patrocinadas pelo governo para baixar preços de combustíveis e energia às vésperas da eleição. No documento, o BC destaca que, em sua governança usual, o horizonte relevante para política monetária neste momento é o ano de 2023 e, em menor grau, de 2024.

Para o BC, a inflação acumulada em 12 meses até o primeiro trimestre de 2024 “reflete o horizonte relevante, suaviza os efeitos diretos decorrentes das mudanças tributárias, mas incorpora seus impactos secundários sobre as projeções de inflação relevantes para a decisão de política monetária”. Além disso, esse horizonte, segundo o BC, incorpora os “efeitos acumulados da manutenção da taxa de juros em patamar significativamente contracionista”.

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Em relação ao ciclo, que já acumula alta de 11,75 pontos porcentuais, o maior choque de juros desde 1999, o Copom destacou que “foi bastante intenso e tempestivo”. Mas o BC voltou a ressaltar que “devido às defasagens longas e variáveis da política monetária, ainda não se observa grande parte do efeito contracionista esperado bem como seu impacto sobre a inflação corrente”.

Segundo o colegiado, os impactos devem ficar mais claros nos indicadores de atividade do segundo semestre, mas alerta que as medidas de estímulo à demanda no curto prazo devem dificultar a “avaliação precisa”. A PEC dos Auxílios, pensada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso, vai injetar cerca de R$ 40 bilhões na economia na segunda metade deste ano.

“O Comitê antecipa que medidas de sustentação da demanda agregada, que serão implementadas no curto prazo, devem dificultar uma avaliação mais precisa sobre o estágio do ciclo econômico e dos impactos da política monetária’, disse o colegiado.

Segundo o BC, a dinâmica inflacionária de curto prazo segue desafiadora, com avanço das medidas de inflação subjacente em ambiente de surpresas na atividade corrente. Além disso, reconheceu que suas projeções seguiram se deteriorando, “ainda que o cenário esteja cercado de incerteza e volatilidade acima do usual”. “Ressaltou-se que a elevação das expectativas e das projeções de médio prazo se concentrou na inflação de preços administrados, em função do caráter temporário de algumas medidas tributárias”, afirmou, em relação ao “efeito rebote”.

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