Nos EUA não foi diferente. Os principais índices acionários fecharam no campo negativo. Destaque para o movimento do índice Nasdaq que recuou 2,5%. Ainda no exterior, o índice DXY do dólar subiu, com a desvalorização do euro enquanto os rendimentos das treasuries também avançaram. Entre as
commodities, o petróleo recuou, em meio ao avanço das negociações pela retomada do acordo nuclear entre países desenvolvidos e o Irã. A China, por sua vez, estendeu o racionamento de energia a fábricas, mas um corte de juros na madrugada pelo BC chinês deu fôlego às bolsas locais.
No Brasil, em dia de agenda econômica vazia, apenas com o relatório Focus como destaque, os investidores aguardam a divulgação do IPCA-15 de agosto na quarta-feira e os dados de emprego do Caged na quinta-feira. Para os mercados, o Ibovespa acompanhou o movimento do exterior e teve um dia de realização de lucros. Ao final da sessão, o Ibovespa era negociado aos 110.501 pontos, com queda de 0,89% e giro financeiro de R$ 25,7 bilhões.
O dólar fechou próximo da estabilidade contra o real, sendo cotado aos R$ 5,17. No âmbito corporativo, destaque para as ações da Americanas que subiram mais de de 20% no dia, após o anuncio da chegada de Sérgio Rial ao comando da companhia a partir de janeiro de 2023. O papel liderou as maiores altas do dia.