No fim da tarde em Nova York, o juro da T-note de 2 anos subia a 3,403%, o da T-note de 10 anos avançava a 3,108% e o do T-bond de 30 anos tinha alta a 3,313%.
Após subirem logo no início do dia, os retornos dos bônus chegaram a oscilar, antes de dados econômicos. Ainda pela manhã, foi informado que as encomendas de bens duráveis ficaram estáveis em julho ante junho, quando analistas previam alta de 1,0%. Para o Wells Fargo, o dado indica uma economia mais lenta nos EUA.
Há grande expectativa por Jackson Hole, sobretudo pelo discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, na sexta-feira. Para o BBH, os dirigentes por enquanto “continuam uniformemente hawkish”, e devem seguir mantendo um “esforço agressivo de comunicação” até a próxima reunião de política monetária, de setembro.
No monitoramento do CME Group, a chance de uma elevação de 75 pontos-base nos juros em setembro era de 60,5% no fim desta tarde, e a de uma alta de 50 pontos-base, de 39,5%.
Ainda no noticiário, o Tesouro americano informou que um leilão de US$ 22 bilhões em notas de juro flutuante (FRN, na sigla em inglês) de dois anos teve taxa de desconto máxima de 0,090%. Além disso, um leilão de US$ 45 bilhões em T-notes de 5 anos teve juro de 3,230%, com demanda abaixo da média recente, segundo o BMO Capital.