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Tempo Real

Bullard, do Fed, revela meta para juros para os EUA no ano

Bullard ressaltou a incerteza do quadro "volátil" atual

Por Wesley Sousa

25/08/2022 | 16:37 Atualização: 25/08/2022 | 16:37

Fachada do Federal Reserve, em Washington Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
Fachada do Federal Reserve, em Washington Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

(Gabriel Bueno da Costa, Estadão Conteúdo) – Presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de St. Louis, James Bullard afirmou hoje que sua meta para os juros dos fed funds ao final deste ano é de que estejam na faixa de 3,75% a 4,00%. Em entrevista à CNBC, o dirigente comentou que prefere chegar mais rápido a esse aperto almejado, a fim de deixar claro o compromisso do Fed para levar a inflação de volta à meta de 2%.

Leia mais:
  • George, do Fed, vê que juro não está em nível restritivo e pode subir
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Com direito a voto nas decisões de política monetária neste ano, Bullard falou de Jackson Hole, onde o BC dos EUA realiza a partir de hoje seu tradicional simpósio anual, que costuma sinalizar as mais recentes diretrizes para a política monetária. Ele argumentou que, o se o Fed agir “logo e de modo agressivo”, deve conter a inflação “relativamente logo”. Mas também ponderou que existe o risco de que o BC tenha de manter os juros “mais elevados por mais tempo” com esse objetivo.

Bullard ressaltou a incerteza do quadro “volátil” atual, mas disse acreditar que provavelmente a inflação perdurará nos EUA mais do que muitos nos mercados esperam. Ele enfatizou que, na sua avaliação, os juros não estão elevados o suficiente, neste momento.

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O presidente do Fed de St. Louis também se mostrou cauteloso quanto a eventuais de risco de recessão. Ele lembrou que há modelos para isso, mas considerou que eles muitas vezes falham, citando também o fato de que grandes recessões recentes do país não haviam sido previstas.

Bullard afirmou ainda que, diante do “choque gigante” da pandemia da covid-19, o Fed privilegiou fazer de tudo para proteger a economia. Os dirigentes não sabiam qual seria o dano à economia, mas ela se mostrou mais resistente do que eles imaginavam. Agora é a hora de recuar, na política fiscal e na monetária. “Estamos fazendo essas duas coisas” nos EUA, resumiu.

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