• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

Por Isabela Ortiz

02/04/2026 | 12:21 Atualização: 03/04/2026 | 6:22

Entrada de capital estrangeiro mantém suporte ao Ibovespa, enquanto bancos ajustam carteiras para equilibrar risco, renda e crescimento. (Foto: Adobe Stock)
Entrada de capital estrangeiro mantém suporte ao Ibovespa, enquanto bancos ajustam carteiras para equilibrar risco, renda e crescimento. (Foto: Adobe Stock)

Depois de um primeiro trimestre marcado por forte entrada de capital estrangeiro na Bolsa e valorização do mercado financeiro brasileiro, a volatilidade global dita o tom. O fluxo gringo continua sendo o grande sustentáculo da Bolsa – como mostramos aqui –, e é a partir desse eixo que bancos e corretoras vêm calibrando suas carteiras recomendadas para abril.

Leia mais:
  • Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos
  • Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?
  • Como os países estão enfrentando a restrição de oferta global de petróleo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“O desempenho relativamente forte das ações brasileiras em março, em meio a um ambiente de volatilidade extrema nos mercados globais, mostra que o interesse dos estrangeiros pelo País permanece intacto mesmo sob aversão ao risco”, destaca o BTG Pactual (BPAC11).

Segundo o banco, cerca de R$ 9 bilhões ingressaram na Bolsa apenas em março, elevando o fluxo estrangeiro acumulado no ano para R$ 53 bilhões, um vetor central para entender o posicionamento das carteiras recomendadas.

  • Saiba mais: Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa

Carteiras mudam pouco, mas com ajustes táticos

Essa leitura ajuda a explicar por que, mesmo com ajustes pontuais, a estratégia geral das casas segue relativamente estável. O foco está em buscar exposição a setores resilientes, geradores de caixa e com capacidade de navegar cenários adversos, combinando crescimento, renda e proteção.

  • Viver de renda não é imediatismo: veja o que muda (e o que não muda) na estratégia em 2026

Nesse contexto, o BTG Pactual optou por mudanças cirúrgicas. “Estamos fazendo alguns ajustes na carteira sem alterar a estratégia geral”, afirmam os analistas. A composição foi dividida em 20% em financeiras, 20% em geradoras de energia e 25% em empresas de fluxo de caixa de longa duração. Ao mesmo tempo, houve aumento de exposição a petróleo e gás e a ativos dolarizados, refletindo o ambiente global mais incerto.

A troca mais emblemática ocorreu no setor de óleo e gás. A casa decidiu substituir a PetroRio (PRIO3) por Petrobras (PETR3; PETR4), elevando a fatia do setor para 15%. Embora ambas se beneficiem de preços elevados do petróleo, a estatal ofereceria maior proteção em um eventual recuo da commodity.

“Mesmo em um cenário de petróleo a US$ 80, vemos a Petrobras entregando yield [rendimento] de fluxo de caixa livre de 9% e dividend yield [rendimento de dividendos] de 8%”, aponta o banco.

Além disso, o BTG trouxe de volta a Embraer (EMBR3), negociando a múltiplos descontados em relação aos pares globais, e reforçou a exposição ao segmento de baixa renda com a entrada da Cury (CURY3), movimento que dialoga com a busca por empresas sensíveis ao ciclo doméstico, mas com gatilhos próprios de crescimento.

Ágora aposta em gatilhos de curto prazo

Se o BTG enfatiza o equilíbrio entre proteção e captura de tendências globais, a Ágora Investimentos foca em gatilhos microeconômicos. Para abril, a corretora realizou apenas uma mudança: retirou Sabesp (SBSP3) e incluiu Copasa (CSMG3).

“Acreditamos que a proximidade de uma privatização da Copasa oferece eventuais gatilhos de curto prazo”, afirma a casa.

A avaliação é que, embora as teses sejam semelhantes (ambas empresas de saneamento com receitas previsíveis), o momento favorece a companhia mineira.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A carteira da Ágora traz uma diversificação ampla entre setores, combinando nomes clássicos e teses específicas. No setor elétrico, por exemplo, a Axia (AXIA3) aparece como uma aposta de reprecificação estrutural. Segundo os analistas, o mercado financeiro ainda embute preços de energia abaixo do custo marginal de expansão, o que limita o risco de queda e abre espaço para valorização.

Já no segmento imobiliário, a Allos (ALOS3)  se destaca pela nova política de dividendos. A empresa passa a pagar proventos mensais relevantes, com yield estimado em torno de 11% em 2026 reposicionando o papel como um ativo de renda, reduzindo a duration (prazo médio para recuperar o investimento realizado na compra do ativo) do fluxo de caixa e aumentando sua atratividade em um ambiente de juros ainda elevados.

  • Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers

O setor financeiro segue como pilar importante. O Itaú (ITUB3; ITUB4), por exemplo, continua presente em diferentes carteiras, sustentado por crescimento da carteira de crédito, qualidade de ativos e controle de inadimplência. Ainda que o guidance (projeções da companhia) traga alguma cautela, a leitura predominante é de que o banco carrega fundamentos sólidos para atravessar o ciclo.

No campo das commodities, a visão segue construtiva, mas seletiva. A Vale (VALE3) aparece como uma das principais apostas, com suporte tanto nos fundamentos do minério de ferro quanto no avanço da divisão de metais básicos. A meta de produção de cobre de longo prazo, aliada à disciplina na alocação de capital, reforça a tese de geração de valor.

Ao mesmo tempo, empresas como Suzano (SUZB3) capturam o cenário de pressão de custos e preços globais, com reajustes recentes de celulose refletindo um ambiente ainda apertado na cadeia de suprimentos, especialmente após os impactos indiretos do conflito no Oriente Médio sobre energia e logística.

  • Einar Rivero: Itaú concentra 35% da dívida ativa de SP; estoque equivale a uma Embraer

Otimismo cauteloso ainda prevalece

Essa mesma variável geopolítica, aliás, é central na leitura da Planner. A casa destaca que março foi “inteiramente influenciado pelo conflito no Oriente Médio”, que elevou o petróleo acima de US$ 100 e pressionou a inflação global. Esse cenário, por sua vez, impacta diretamente as expectativas para juros e crescimento e, consequentemente, o apetite por risco.

Publicidade

Apesar disso, o diagnóstico para abril é de “otimismo cauteloso“. A continuidade do fluxo estrangeiro, os múltiplos ainda atrativos e a expectativa de bons resultados corporativos sustentam uma visão construtiva para a Bolsa de Valores, ainda que com volatilidade elevada.

Tela de computador e celular com a logo do Itaú Unibanco (ITUB4); empresa registra lucro recorde no 4T25 e reforça liderança no setor bancário.
Resultado do Itaú no 4T25 reforçou a leitura de consistência operacional e manteve a maioria das casas otimista com a ação, apesar de cautela pontual para 2026. (Foto: Adobe Stock)

Nesse ambiente, a Planner reforça a preferência por empresas com boa governança, baixo endividamento e forte geração de caixa. O Itaú aparece novamente como destaque, com rentabilidade elevada e consistência operacional, enquanto nomes como Sabesp e Totvs (TOTS3) entram como apostas em eficiência e previsibilidade de resultados.

A diversificação também se estende a setores menos óbvios, como tecnologia e seguros. A Totvs, por exemplo, é vista como relativamente protegida das turbulências externas, com crescimento consistente de receita e lucro. A Porto (PSSA3) tem seu apelo defensivo, combinando expansão de receitas com melhora operacional.

Entre macro e fundamentos: a estratégia da Terra

Já a Terra Investimentos adota uma abordagem declaradamente híbrida entre análise macro (top-down) e seleção de ativos (bottom-up). “Debatemos a agenda macroeconômica e corporativa para traçar um cenário base e, a partir dele, selecionar os setores e empresas que devem se destacar”, explica a corretora.

A carteira da Terra reflete bem essa filosofia, reunindo empresas com múltiplos atrativos e perspectivas de crescimento, mas também com perfis distintos de risco. Há espaço tanto para nomes defensivos, como Hypera (HYPE3), quanto para teses de crescimento e reestruturação, como Prio e Sabesp.

  • Nem toda empresa de IA vai entregar lucro: saiba separar as vencedoras das promessas em 2026

No setor financeiro, o Bradesco (BBDC3; BBDC4) aparece como uma aposta de recuperação, com expectativa de melhora gradual da inadimplência e reprecificação dos papéis. Já no consumo, Lojas Renner (LREN3) surge como uma tese de resiliência operacional, mesmo em um ambiente macro mais desafiador.

Em energia, a presença simultânea de Vibra (VBBR3) e Axia reforça a busca por exposição a diferentes elos da cadeia, distribuição e geração, capturando tanto o ciclo de combustíveis quanto a dinâmica estrutural do setor elétrico.

Não existe carteira perfeita, existe adaptação ao cenário

A combinação entre disciplina, diversificação e seletividade. Em um mercado ainda sustentado por fluxo, mas cada vez mais sensível ao cenário global, a escolha dos ativos passa menos por apostas direcionais e mais por equilíbrio.

Publicidade

Para o investidor, isso significa que não há uma “carteira perfeita”, mas, sim, diferentes formas de navegar o mesmo ambiente – seja com prioridade para renda ou para crescimento ou proteção. O ponto em comum entre todas elas é a tentativa de construir portfólios capazes de atravessar a volatilidade sem abrir mão de retorno.

Carteiras recomendadas para abril

Ágora Investimentos (atualizado)

Para o mês de abril de 2026, a casa optou por realizar apenas uma alteração na composição do portfólio. Retirou as ações da Sabesp (SBSP3) e incluiu Copasa (CSMG3).

Ações
Allos (ALOS3)
Axia (AXIA6)
BTG Pactual (BPAC11)
Cyrela (CYRE3)
Itaú (ITUB4)
Petrobras (PETR4)
Copasa (CSMG3)
Suzano (SUZB3)
Vale (VALE3)
Vibra Energia (VBBR3)

Terra Investimentos (atualizado)

Para abril, o Terra realizou 2 trocas. Excluiu as ações da Prio (PRIO3) e Porto Seguro (PSSA3), e as substituiu por Sabesp (SBSP3) e Vibra (VBBR3).

Ações
Klabin (KLBN11)
Localiza (RENT3)
Vale (VALE3)
Sabesp (SBSP3)
Lojas Renner (LREN3)
Hypera (HYPE3)
Bradesco (BBDC4)
Axia (AXIA3)
Vibra (VBBR3)
Marcopolo (POMO4)

Planner (atualizado)

A Planner retirou 4 empresas da carteira: Azzas (AZZA3), Engie Brasil Energia (EGIE3), Motiva (MOTV3) e Vulcabras (VULC3). E incluiu: CPFL Energia (CPFE3), Direcional Engenharia (DIRR3), Multiplan (MULT3) e Telefônica Brasil (VIVT3).

Ações
CPFL Energia (CPFE3)
Direcional Engenharia (DIRR3)
Sabesp (SBSP3)
Itaú Unibanco (ITUB4)
Petro Recôncavo (RECV3)
Porto (PSSA3)
Totvs (TOTS3)
Multiplan (MULT3)
Telefônica Brasil (VIVT3)
Wiz Co (WIZC3)

 

Andbank (atualizado)

A carteira recomendada do Andbank de março atingiu um potencial de valorização de 17,81%.

Ações
Axia Energia (AXIA6)
BB Seguridade (BBSE3)
Bradesco (BBDC4)
Copel (CPLE3)
Embraer (EMBRJ3)
Itaú (ITUB4)
Itaúsa (ITSA4)
Rede D’Or (RDOR3)
Telefônica Brasil (VIVT3)
Vale (VALE3)

BTG Pactual (atualizado)

Para este mês, o banco retirou as ações da Prio (PRIO3) e da Aura (AURA33) e as substituiu pela Petrobras (PETR4) e Embraer (EMBJ3).

Ações
Nubank (ROXO34)
Itaú Unibanco (ITUB4)
Stone (STOC34)
Axia Energia (AXIA3)
Petrobras (PETR4)
Localiza (RENT3)
Motiva (MOTV3)
Eneva (ENEV3)
Embraer (EMBJ3)
Allos (ALOS3)

Genial Investimentos (atualizada)

Para abril, o banco retirou as ações da Aliansce Sonae (ALOS3), Alpargatas (ALPA4), JHSF (JHSF3), Lavvi (LAVV3) e Movida (MOVI3), e as acrescentou pela Eneva (ENEV3), Petro Rio (PRIO3) e SLC Agricola (SLCE3) e Vibra (VBBR3)

Ações
AXIA Energia (AXIA3)
BTG Pactual (BPAC11)
Copel (CPLE3)
Copasa (CSMG3)
Eneva (ENEV3)
Itaú Unibanco (ITUB3)
Petro Rio (PRIO3)
SLC Agricola (SLCE3)
Vale (VALE3)
Vibra (VBBR3)

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • carteira recomendada
  • Conteúdo E-Investidor
Cotações
17/05/2026 6h42 (delay 15min)
Câmbio
17/05/2026 6h42 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa volta a cair e dólar ultrapassa R$ 5,06 com piora global e ruído político no Brasil

  • 2

    Sem segredo: como a alta renda protege o patrimônio — e o que o investidor pode aprender com isso

  • 3

    Avanço da Clarity Act nos EUA deve acelerar regulação cripto na América Latina

  • 4

    Por que as ações da Nubank (ROXO34) derreteram após o balanço?

  • 5

    Ibovespa hoje registra novo dia de queda com alta do petróleo e guerra no Oriente Médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Imagem principal sobre o Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Logo E-Investidor
Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Imagem principal sobre o 2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Logo E-Investidor
2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Imagem principal sobre o Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Logo E-Investidor
Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Últimas: Investimentos
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento
Investimentos
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento

Após a proibição, regulador e executivos divergem sobre classificação das operações e alertam para impacto em um mercado ainda nascente

15/05/2026 | 21h36 | Por Beatriz Rocha
Tokenização sai do discurso e ganha força em teste com debêntures e fundos no Brasil
Investimentos
Tokenização sai do discurso e ganha força em teste com debêntures e fundos no Brasil

Projeto da Anbima, que reúne mais de 50 instituições e simula ciclo completo dos ativos em ambiente controlado, foi tema no São Paulo Innovation Week (SPIW)

15/05/2026 | 19h26 | Por Beatriz Rocha
Juros altos e volatilidade política exigem cautela; CEOs apontam como proteger os investimentos
Investimentos
Juros altos e volatilidade política exigem cautela; CEOs apontam como proteger os investimentos

Durante o São Paulo Innovation Week, executivas defenderam a diversificação, exposição internacional e orientação profissional

14/05/2026 | 12h55 | Por Isabela Ortiz
Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses
Investimentos
Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

Juros altos, traumas recentes e busca por segurança levaram investidores a abandonar fundos de ações mesmo após a recuperação da Bolsa

12/05/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador