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Tempo Real

Ibovespa cai 0,82%, a 109,5 mil pontos, mas sobe 6,16% no mês

6,16% foi o ganho do Ibovespa em agosto

Por Wesley Sousa

31/08/2022 | 18:13 Atualização: 31/08/2022 | 18:13

(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)
(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

(Luís Eduardo Leal, Estadão Conteúdo) – Apesar da perda de fôlego nas últimas sessões, aparando ganhos que chegaram a superar 10% nos melhores momentos do mês – parecendo encaminhá-lo então para a melhor performance desde novembro de 2020 -, o Ibovespa teve ainda assim um agosto estelar se comparado à correção nas principais bolsas do exterior.

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Dos maiores mercados de fora, apenas Tóquio (+1,04%) conseguiu evitar perdas no mês, que chegaram a 4,64% em Nova York (Nasdaq) e a 5,02% (CAC 40, de Paris) nos centros financeiros da Europa. Melhor desempenho do índice desde janeiro (então 6,98%), o ganho de 6,16% no Ibovespa em agosto fala por si, embora se tenha em vista que a recuperação ocorreu a partir de um fundo do ano a 96 mil pontos, em meados de julho, com retomada que se estendeu ao mês seguinte.

Hoje, com os índices de Nova York em baixa à tarde e nas mínimas da sessão, o Ibovespa não resistiu e se alinhou ao sinal de fora ao fechar em baixa de 0,82%, a 109.522,47 pontos, no piso do dia no encerramento, vindo de máxima a 111.364,05 pontos e abertura a 110.430,64 pontos. O giro foi a R$ 31,4 bilhões nesta quarta-feira. Com o ganho de 6,16% em agosto, o índice da B3 sobe 4,48% no ano. Na semana até aqui, tem perda de 2,47%. O nível de fechamento desta quarta-feira foi o menor desde 9 de agosto (108.651,05 pontos).

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O desempenho negativo do setor financeiro, o de maior peso no Ibovespa, impediu que a recuperação parcial vista em commodities (Petrobras ON +2,94%, PN +2,47%) levasse o índice um pouco mais adiante na última sessão do mês. Vale ON (+0,06%), por sua vez, devolveu a alta do dia e fechou na mínima da sessão (-0,72%), como o Ibovespa. Hoje, pesou sobre as ações de bancos (Itaú PN -2,53%, também no piso do dia no encerramento; Bradesco PN -2,52%) a aprovação, no Senado, de aumento de 1 ponto porcentual, de 20% para 21%, na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) paga pelo setor, até o fim do ano. O texto segue agora para sanção presidencial.

Na ponta do Ibovespa na sessão, destaque para Méliuz (+3,97%), Pão de Açúcar (+3,38%), Petz (+3,24%) e Petrobras ON (+2,94%), com Alpargatas (-5,54%), Magazine Luiza (-5,32%), Braskem (-4,84%) e Dexco (também -4,84%) puxando a fila oposta.

A recente lateralização do índice da B3 com fluxo também mais acomodado nas últimas sessões reflete um grau maior de cautela desde o exterior, especialmente com relação ao ritmo de atividade na China e à resiliência da inflação nas economias centrais, nomeadamente Estados Unidos e zona do euro, o que se reflete em incerteza sobre o grau de ajuste para os juros nas próximas deliberações do Federal Reserve e do Banco Central Europeu (BCE).

De ontem para hoje, leitura sobre o índice de atividade oficial para a indústria na China ainda mostrou contração em agosto, em meio à seca e onda de calor que resultaram em cortes de energia e interrupção na operação de fábricas, agravando um quadro já anômalo pelo ressurgimento de surtos de Covid-19 e pela retomada de iniciativas de enfrentamento da pandemia por lá. Fora da China, leituras sobre a inflação em economias como a americana e a alemã mostram que o problema e o grau de resposta a ser dado pelas autoridades monetárias permanecem em aberto.

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“O dia começou de forma levemente positiva, com dados de emprego mais fracos que o esperado nos Estados Unidos e a queda no preço do petróleo – que traziam alívio ao cenário prospectivo de inflação no país. Porém, os mercados mudaram de direção na parte da tarde, influenciados pela postura mais dura do Fed, recalibrando a perspectiva de alta da taxa de juros no país”, aponta Antônio Sanches, analista da Rico Investimentos.

Assim, até que se conheça na sexta-feira o relatório oficial sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em agosto, a tendência é de que a cautela persista nos mercados globais. Aqui, a queda na taxa de desemprego, anunciada pela manhã, contribui para a impressão de melhora econômica.

“A taxa de desocupação no trimestre de maio a julho ficou em 9,1%, o que representa 9,9 milhões de pessoas, segundo dados da Pnad Contínua divulgados hoje pelo IBGE. É o menor porcentual de desocupação desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015, quando também foi de 9,1%”, observa a economista-chefe da Reag Investimentos, Simone Pasianotto, que considera que a taxa deve permanecer no “patamar médio de 9%, com alguma movimentação para cima”.

Aqui, os “juros futuros recuaram por toda a curva, precificando o cenário de deflação observado nos últimos indicadores divulgados no Brasil, bem como o recuo das commodities”, diz Leandro De Checchi, analista da Clear Corretora.

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Na B3, ações muito descontadas e a indicação de que o ciclo de ajuste da política monetária está praticamente concluído despertaram o apetite por ativos de risco, tirando o Ibovespa das cordas desde meados de julho. “Muitos fundos entraram e fizeram posição com o Ibovespa ali pelos 100 mil pontos e, agora, estão colocando dinheiro no bolso, reduzindo posição em um movimento técnico, de defesa do portfólio”, diz Luiz Souza, operador de renda variável da SVN Investimentos.

“Muita gente entrou especialmente em Petrobras e Vale, para receber dividendos”, acrescenta Souza, observando que, com o nível de juros atual, torna-se natural colocar parte dos ganhos em caixa. “Em dólar, o Ibovespa teve um dos melhores desempenhos de todas as bolsas em agosto. O BC iniciou aqui bem antes a elevação dos juros. Atraiu-se fluxo e a renda variável voltou a ficar atrativa, quando se traz a valor presente, considerando também o fechamento da curva de juros.”

Assim, se no fim de julho a conversa era sobre retomar a linha de 104 mil e a celebração era o retorno do índice a níveis de junho, agora é saber se o Ibovespa romperá os 114 mil pontos vistos recentemente no intradia, maior patamar desde abril, para carregar a recuperação mais adiante.

Na moeda americana, o Ibovespa fechou o mês de julho a 19.937,90 pontos, com recuo de 1,16% para o dólar ante o real no mês – após avanço de 10,15% para o dólar ante o real no mês anterior -, vindo o índice da B3 dos 18.824,39 pontos, na moeda americana, no fechamento de junho. Agora em agosto, com o dólar em leve alta de 0,53% no mês, o Ibovespa foi aos 21.056,01 pontos, na moeda americana.

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