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Educação Financeira

Como montar uma aposentadoria complementar com Tesouro Direto?

Veja como acumular reservas para complementar a aposentadoria no futuro

Por Marcos Leandro

15/10/2022 | 4:58 Atualização: 15/10/2022 | 10:06

(Foto: Andrey Popov/Shutterstock)
(Foto: Andrey Popov/Shutterstock)

É comum pensar em investirr com objetivo de acumular reservas para complementar a aposentadoria. Essa é uma forma de garantir maior qualidade de vida no momento em que tiver que parar de trabalhar e poder desfrutar de uma velhice mais tranquila financeiramente.

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Uma alternativa para essa finalidade é o Tesouro Direto. Os títulos públicos oferecem menos riscos, além de possuir diferentes tipos de rentabilidade, fluxos de remuneração e prazos de vencimento – o que possibilita encontrar uma opção mais adequada para cada tipo de objetivo e perfil de investimento. Entenda o que é e como funciona o Tesouro Direto

Rodrigo Beresca, coordenador de produtos da Terra Investimentos, explica que o Tesouro Direto negocia os seguintes tipos de títulos de dívida da União:

  • Tesouro Selic (com rendimento atrelado à taxa básica de juros);
  • Tesouro Prefixado (com rendimento definido no momento de investir);
  • Tesouro Prefixado com juros semestrais (com rendimento definido no momento de investir, mas com juros pagos a cada seis meses);
  • Tesouro IPCA+ (com rendimento atrelado ao índice de inflação);
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais (com rendimento atrelado ao índice de inflação, mas com juros pagos a cada seis meses).

Segundo o especialista, as duas opções com pagamento de juros semestrais podem ser boas opções para complementar a aposentadoria. Ele indica que o investimento seja feito em títulos que paguem esses cupons em datas distintas. “Dessa forma, é possível planejar um fluxo financeiro com recebimento de títulos em meses diferentes ao longo do ano.”

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Atualmente, nessa modalidade, existem os seguintes títulos abertos no portal do Tesouro Direto:

Título Pagamento de cupom
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033 (NTN-F) janeiro e julho
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032 (NTN-B) fevereiro e agosto
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 (NTN-B) maio e novembro

No caso de um investimento dividido nessas três opções, haveria o pagamento em juros em seis meses diferentes do ano.

Importante salientar que há cobrança de regressiva de Imposto de Renda (IR) sobre os ganhos líquidos. Ou seja, os primeiros valores resgatados teriam um desconto maior. A alíquota do IR diminui de acordo com o tempo do investimento.

  • Em até 180, essa taxa é de 22,5%;
  • De 181 a 360 dias, 20%;
  • De 361 a 720 dias, 17,5%;
  • Acima de 720 dias, 15%.

Fabrício Gonçalvez, CEO da Box Asset Management, também indica a opção do Tesouro IPCA+ com juros semestrais. “Uma parte do seu rendimento acompanha a variação da taxa de inflação, o que aumenta o poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por uma taxa de juros + a variação da inflação (IPCA)”, afirma.

“Além disso, é bem interessante para quem precisa do rendimento para complementar sua renda, pois o título paga juros a cada semestre. Em caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional garante sua recompra pelo seu valor de mercado”, diz Gonçalvez.

Para uma simulação, ele considera aportes de R$ 90,90 mensais, que equivalem a 7,5% do salário mínimo em um título com vencimento em 2055.

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Nesse caso, a rentabilidade líquida seria de 7,54% ao ano e o valor total investido seria de R$ 35.632,80. Pela simulação realizada por Gonçalvez, o investidor receberia o valor líquido de R$ 145.403,53 na data de vencimento do título, já descontados o imposto de renda de R$ 20.487,15 e as taxas da B3, de  R$ 3.039,08.

Em um segundo cenário, caso o trabalhador tenha um salário de R$ 2 mil, por exemplo, poderia pagar os 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90) mais 9% sobre R$ 788 (R$ 70,92), que daria um total de R$ 161,82.

“Com aportes nesse valor, ao final do período o valor investido seria de R$ 63.433,44. Ao ser feito o resgate na data final, o valor líquido será de R$ 258.694,06”, diz.

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