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Investimentos

Veja como fazer seu dinheiro render o dobro ou triplo da poupança

Especialistas afirmam que manter retornos de 27% no longo prazo não é sustentável

Por Artur Nicoceli

27/10/2022 | 13:08 Atualização: 27/10/2022 | 16:11

O Nubank e o 99pay, por exemplo, oferecem um cashback com retorno de aproximadamente 210% do CDI, ou seja, 27%. Foto: Envato Elements
O Nubank e o 99pay, por exemplo, oferecem um cashback com retorno de aproximadamente 210% do CDI, ou seja, 27%. Foto: Envato Elements

A grande maioria dos investidores tem dois grandes objetivos: encontrar ativos com retornos interessantes e fazer o dinheiro render. Nessa busca pelas melhores oportunidades, alguns enxergaram como opção serem clientes de bancos ou proprietários de carteiras digitais oferecidas por aplicativos de transporte individual. O Nubank e o 99pay, por exemplo, oferecem um cashback com retorno de aproximadamente 210% do CDI, ou seja, 27%.

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No entanto, outros produtos financeiros também procuram render o dobro ou o triplo da poupança. Especialistas entrevistados pelo E-Investidor identificaram as melhores oportunidades para uma pessoa que não tem conta no ‘roxinho’ ou utiliza o aplicativo de transporte fazer o dinheiro render na mesma magnitude.

Murilo Breder, analista de investimentos do Nubank, sugere os seguintes investimentos:

  • Ibiuna Hedge STH – o fundo explora ciclos de política monetária pelo mundo nos mercados de juros, moedas, ações e commodities com uso de análise top-down, ou seja, via teses de investimento envolvendo os cenários macroeconômicos;
  • Giant Zarathustra – o fundo busca captar oportunidades de grandes movimentações nos mercados de câmbio, juros, bolsas e commodities. As mudanças acontecem quando os preços de mercado se tornam irracionais, como durante a pandemia da Covid-19. “O uso da estratégia quantitativa, via algoritmos, ajuda o fundo a ser uma opção descorrelacionada do resto do mercado”, declara Breder;
  • Legacy Capital FIC FIM – o fundo conta com mais de 52 profissionais voltados à análise macro, renda fixa, bolsa, volatilidade, moedas, valor relativo, quantitativo, crédito privado e commodities;
  • Dahlia Total Return – o fundo combina uma análise macro global com o micro (fundamentalista) para selecionar ativos com maior potencial de valorização. Os gestores investem em derivativos, renda fixa, moedas, juros e commodities. Com uma volatilidade menor do que um fundo de ações tradicional, Breder acredita que é uma boa opção para o investidor que quer começar a ter alguma exposição em ações;
  • Alaska Institucional FIA – além de um retorno médio anualizado desde seu início de 2017 de +21% contra +10% do Ibovespa no mesmo período, mantendo uma volatilidade bastante similar à do índice, o fundo também se destaca pela presença de Luiz Alves Paes de Barros, “um dos maiores investidores pessoa física do Brasil”, como sócio fundador e CIO.
  • Berkshire Hathaway – a companhia pode ser acessada pelos investidores com o BDR BERK34. A empresa tem como holding um dos maiores investidores do mundo, Warren Buffett. O retorno do médio anual do tícker é de 20% – porcentagem acima do que 200% do CDI costuma render no Brasil.

Contudo, o analista ressalta que conseguir um retorno de 27% ao ano não é nada trivial. “Alcançar uma rentabilidade dessa magnitude passa por estar exposto à renda variável”. E, apesar de ser possível obter ou mesmo ultrapassar essa rentabilidade ao investir em ações ou fundos de investimento no período entre um ano e outro, o especialista diz que 27% ao ano não é um patamar sustentável no longo prazo.

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“Precisamos destacar também que o próprio patamar atual da Selic também não é algo sustentável no longo prazo”, declara. Ou seja, os investimentos atrelados à taxa básica de juros também não vão render o mesmo patamar no longo prazo.

O Comitê de Política Monetária decidiu na quarta-feira (26) pela manutenção da taxa, a 13,75%. Mas o mercado já projeta o  patamar de 8% até o final de 2024.

Sendo assim, o ideal, de acordo com Breder, não é mirar em uma rentabilidade de 27%, mas observar quais investimentos têm conseguido entregar uma rentabilidade acima de 200% do CDI.

Vale lembrar que o CDI é a taxa ou remuneração paga ao investidor por emprestar dinheiro ao banco para que a instituição financeira possa usar o recurso. Ou seja, aplicações como Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letra de Crédito Agrícola (LCA), Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Fundos DI de curto prazo usam o CDI como índice para remunerar os investidores.

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“Mesmo o investidor mais arrojado não deve abrir mão da reserva de emergência e de alguma parcela de seus investimentos em renda fixa”, destaca. “O investidor não pode esquecer da diversificação, pois apesar do histórico de sucesso dos investimentos acima, não há garantia de que esses fundos irão continuar a entregar um retorno acima de 200% do CDI no futuro”, declara Breder.

Investimentos: veja quais são os melhores investimentos em renda fixa com a Selic a 13,75% ao ano.

Já Leticia Puttini, assessora private na iHUB Investimentos, explica que para conseguir acessar um retorno de aproximadamente 27% é necessário ter um perfil mais arrojado e estar disposto a fazer operações na bolsa, como swing trade – quando um investidor realiza operações de curto ou médio prazo no pregão.

“Com essas movimentações, o acionista consegue buscar uma remuneração maior, porque existe um maior potencial de ganho. Mas, esse investidor precisa estar atento aos movimentos da bolsa, as notícias que impactam diretamente os investimentos dele e ter um assessor ou especialista imerso no mercado para passar informações que o ajudem”.

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Para a assessora, o investidor precisa olhar com um panorama de cinco anos, por conta da volatilidade que o mercado apresenta. Puttini diz também que hoje, as melhores opções para render o triplo ou o dobro da poupança são as small caps, empresas com baixa liquidez na bolsa e com alto potencial de crescimento.

“O investidor que busca uma rentabilidade de 27% ao ano precisa estar disposto a correr riscos”, afirma. A assessora aponta ainda que o investidor precisa ficar atento à gestão de risco.

“Cada investidor, ao entrar na bolsa, deve ter atenção em quais são os limites de risco dele, quanto ele aceita perder, qual será o preço médio de saída de um ativo, para que ele não se alavanque muito e também não perca muito”, afirma.

Arthur Soares, educador financeiro da XP, por sua vez, sugere três maneiras de montar a carteira visando os 27% ao ano:

  • Usar análise gráfica HiLo para fazer swing trade – o método mostra quando comprar e quando vender para realizar operações com ações de commodities. “Com toda turbulência política e econômica que está refletindo na bolsa em 2022, e sabendo que boa parte das grandes empresas brasileiras são de commodities, é essencial saber como lucrar com seu sobe e desce”, destaca o educador financeiro;
  • Comprar um ETF do S&P 500 todos os meses – o índice norte-americano contempla as 500 maiores empresas americanas. Vale dizer que esse tipo de investimento nada mais é do que um fundo de índice que compra todas as ações de certo benchamark. “Com essa oportunidade, você terá a chance de surfar uma retomada da bolsa dos EUA e uma possível alta do dólar devido à turbulência política e econômica do Brasil”, diz o especialista;
  • Comprar uma carteira seguindo o método da Fórmula Mágica – a estratégia visa filtrar uma carteira com 10 ações e refazê-la todos os anos. Os ativos serão filtrados a partir de: volume financeiro negociado; do indicador EV/EBIT, “quanto menor, melhor para se posicionar em ações baratas”; e do ROIC, “quanto maior, melhor para comprar ações de boas empresas”, afirma Soares.

O educador financeiro ressalta que nenhum investimento deve ser feito de maneira isolada, mas sim pensando em um conjunto de fatores relacionados aos riscos que você está disposto a assumir, o tempo para gerenciá-los e seus objetivos.

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