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Tempo Real

Moedas globais: dólar perde força após pico de tensão na Polônia

A moeda americana vinha subindo com a perspectiva de uma escalada de tensões envolvendo um integrante da Otan

Por Francine De Lorenzo e Matheus Andrade

16/11/2022 | 18:50 Atualização: 16/11/2022 | 18:50

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Declarações que retiram da Rússia a responsabilidade pela queda de um míssil em território polonês ontem retiraram parte do impulso que o dólar havia ganhado após as primeiras indicações de uma possível escalada do conflito. A moeda americana vinha subindo com a perspectiva de uma eventual escalada de tensões envolvendo diretamente um integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas os indícios de que não houve um ataque russo, reforçados por autoridades polonesas e americanas, amenizaram a situação.

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O índice DXY caiu 0,12%, aos 106,281 pontos. Ao fim da tarde, o dólar subia a 139,35 ienes, o euro avançava a US$ 1,0400 e a libra tinha alta a US$ 1,1923.

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, afirmou a repórteres hoje que o míssil que atingiu o país e matou duas pessoas provavelmente era uma arma de fabricação russa disparada por um sistema de defesa aéreo ucraniano. “Atualmente não temos evidências de que o míssil foi disparado pelo lado russo”, disse ele. A porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Adrienne Watson, afirmou que a administração tem “total confiança nas investigações do governo polonês” sobre as explosões próximas à fronteira com a Ucrânia e que não encontraram “nada que contradiga que a explosão provavelmente foi resultado de um míssil ucraniano de defesa”.

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Para a Convera, o dólar encontrou algum apoio seguro depois que o atingiu a Polônia e alimentou temores de uma guerra crescente entre a Rússia e a Ucrânia. No entanto, os relatos de que a Rússia pode não ter disparado o míssil que ajudaram a acalmar a situação. “Ainda assim, as tensões geopolíticas permanecem elevadas e podem ajudar a retardar a queda do dólar induzida por dados”, avalia.

No caso da libra, a Convera lembra que os preços ao consumidor britânico aceleraram a um ritmo anual de 11,1% em outubro, o mais rápido em 41 anos, contra previsões de 10,7%. Enquanto isso, a cautela antes de um novo orçamento do Reino Unido nesta quinta-feira retardou a ascensão da libra. “Mas uma atualização fiscal que ganhe apoio e respeito do mercado pode ajudar a manter a libra tendenciosa para cima”, avalia.

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