“Espero continuar conversa próxima com Haddad, por coordenação fiscal e monetária. O mais provável é que ocorra reuniões com frequência”, completou o presidente do BC brasileiro.
Campos Neto contou ainda que o aumento da inadimplência no País é discutida “com seriedade” pela autoridade monetária. “Mas entendemos que esse movimento não gera risco sistêmico ou financeiro nem que há um aumento dos chamados superendividados”, respondeu.
A taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com os bancos passou de 4,1% para 4,2% de setembro para outubro. Para as pessoas físicas, a taxa de inadimplência passou de 5,8% para 5,9% de um mês para o outro. No caso das empresas, variou de 1,9% para 2,0% período.
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, afirmou que o repasse de taxa de juros para crédito tem ocorrido como esperado em decorrência do ciclo de alta da Selic até meados deste ano.