Nos Estados Unidos, o clima também foi de aversão ao risco, em meio a declarações de dirigentes regionais do Fed, que reforçaram a necessidade de mais aumentos de juros por parte do banco central norte-americano. Diante de temores de recessão mundial, que tiram o apetite do investidor por ativos de risco, os mercados acionários em Nova York fecharam em baixa.
Aqui no Brasil, o Ibovespa seguiu pressionado diante do cenário externo negativo, queda das commodities e incertezas fiscais locais. Os investidores continuaram monitorando o impasse para aprovar a PEC da Transição e no adiamento da revisão da Lei das Estatais pelo Senado. Assim, o Ibovespa fechou com queda de 0,85% aos 102.856 pontos com giro financeiro de R$ 39,2 bilhões.
No mercado de câmbio, contrariando o desempenho da moeda americana frente às demais moedas emergentes, o dólar frente ao real fechou com queda de 0,41% cotado a R$ 5,29.
Os juros futuros avançaram, principalmente na ponta longa da curva. Na agenda da semana que vem, o IPCA-15 de dezembro será o destaque local. No exterior, será conhecido o PIB do 3o trimestre nos EUA.