Em Londres, o FTSE 100, subiu 0,40%, a 7.361,31 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, avançou 0,32%, a 6.473,29 pontos, e o FTSE MIB, em Milão, fechou em baixa de 0,02%, a 23.683,54 pontos. Já em Madri, o índice Ibex 35 subiu 0,46%, a 8.149,50 pontos. O índice DAX, em Frankfurt, seguiu o movimento e fechou em alta 0,36%, a 13.942,87 pontos. Por fim, na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 aumentou 0,28%, a 5.705,30 pontos. As cotações são preliminares.
Hoje, o índice de sentimento das empresas da Alemanha, elaborado pelo instituto IFO, subiu de 86,3 (dado revisado hoje) em novembro a 87,4 pontos em dezembro. Apesar da notícia, a Capital Economics destaca que o resultado não significa que o país escapará de uma recessão.
“Achamos que a Alemanha ainda irá passar por uma recessão, embora mais suave do que temíamos inicialmente”, diz Franziska Palmas, economista sênior para Europa da consultoria britânica, em nota a clientes.
Mais cedo, o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, afirmou que a instituição não sabe quando irá parar de aumentar as taxas de juros. Já o dirigente do BC europeu Peter Kazimir afirmou que o BCE precisará manter ação forte no primeiro semestre de 2023, ao passo que Gediminas Simkus, também membro do conselho, disse que “não há dúvida” de que a autoridade monetária europeia vai elevar os juros novamente em 50 pontos-base em fevereiro.
Entre as ações em destaque, a CMC Markets destaca a Shell e a BP, beneficiadas “em grande parte devido à recente queda acentuada nos preços da energia, junto a uma recuperação nos preços do petróleo”. As empresas fecharam em alta de mais de 2,5% e 3%, respectivamente.
Ainda, a análise indica que varejistas caíram depois que a consultoria do setor Springboard revelou que o tráfego nas ruas durante a semana passada caiu 4,6%, “devido aos efeitos cumulativos das greves ferroviárias e do clima frio”. Entre as maiores baixas, estão JD Sports, Next e Frasers Group. As três empresas registraram quedas de mais de 1,5%, 1,5% e 0,5%, respectivamente.
No radar de investidores, segundo a mesma análise, está a promessa do governo chinês de estabilizar a economia nas próximas semanas, apesar do aumento contínuo das infecções por covid-19.