O órgão regulador dos mercados das Bahamas – equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil – anunciou na última sexta-feira (30) a apreensão de ativos digitais avaliados em US$ 3,5 bilhões de uma operação local da FTX, em meados de novembro, quando a bolsa de criptomoedas entrou em colapso. Gerentes da FTX contestaram os valores anunciados, alegando que o valor dos ativos seria de US$ 296 milhões quando transferidos, ou US$ 167 milhões corrigidos nos preços à vista atuais.