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Ibovespa: queda em NY contamina bolsa apesar de recuperação do varejo

Às 11h30, o Ibovespa caía 1,04%, aos 110.687,92 pontos

Por Maria Regina Silva, Estadão Conteúdo

13/01/2023 | 11:46 Atualização: 13/01/2023 | 11:51

Foto: REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

A tentativa de recuperação de parcela das recentes perdas do setor varejista atenua levemente a queda do Ibovespa, que segue a desvalorização dos índices futuros de ações em Nova York, após balanços do quarto trimestre, indicando, de forma geral, desaquecimento da economia.

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Para André Luzbel, head de renda variável da SVN Investimentos, os balanços informados até o momento nos Estados Unidos dão uma visão negativa em relação à economia americana. Por isso, diz, as bolsas caem após um repique, e a tendência é de baixa. “Na temporada de resultados podemos começar a ver o reflexo das políticas fiscal e monetária dos Estados Unidos”, diz.

Maior banco dos EUA, o JPMorgan Chase superou expectativas de lucro e receita no quarto trimestre, mas também disse esperar uma recessão branda. Ao mesmo tempo alertou sobre desafios à economia americana, o que acabou pesando na ação do banco nos negócios do pré-mercado em Nova York.

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Na B3, alta de alguns papéis de consumo reflete, em parte, um ajuste “técnico”, após o susto da véspera com o anúncio do rombo da Americanas, e ocorre a despeito da fragilidade do IBC-Br de novembro. Além disso, é atribuída ao recuo dos juros futuros, após o anúncio de medidas ontem pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que aproveitou para renovar críticas ao Banco Central (BC).

Ao anunciar as medidas, Haddad disse que o pacote é uma “carta” ao BC, voltando a criticar os juros altos. “São 70 milhões de CPFs negativados no Brasil em razão do lado monetário da economia, em razão da taxa de juros.

Segundo Dennis Esteves, especialista de renda variável da Blu3, o que “salva” o índice Bovespa é o varejo. “O IBC-Br veio fraco e indica que a economia tem dificuldade em se recuperar. Agora, o aceno do Haddad numa espécie de confronto com o BC ao anunciar medidas para tentar reduzir o déficit estão levando à queda na curva de juros”, avalia, acrescentando que o mercado está de olho no encontro do ministro com economistas, hoje, em São Paulo. O evento é fechado à imprensa.

Após o tombo de cerca de 77%, as ações da Americanas lideram as altas do índice Bovespa, com ganhos de quase 9%, seguidas por Magazine Luiza, com 6,90%, e Via, com 2,85%, entre as três primeiras.

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Porém o varejo é insuficiente para mudar o Ibovespa de direção, que ontem interrompeu uma série de seis pregões de alta, ao fechar em baixa de 0,59%, aos 111.850,22 pontos. O investidor coloca o ‘pé no freio’ após mau presságio do início da temporada de balanços corporativos do quarto trimestre nos EUA e em meio a temores fiscais locais. Nem mesmo a valorização das commodities segura os papéis do setor e tampouco o Ibovespa, após o recuo menos intenso das exportações e das importações chinesas em dezembro.

Apesar da alta de algumas varejistas, o IBC-Br fraco em novembro eleva incerteza sobre a retomada do setor de consumo na B3. O IBC-Br de novembro mostrou recuo de 0,55%, ante mediana de queda de 0,20% na margem, e alta de 1,65% no confronto interanual (mediana: 2,25%).

O pacote anunciado ontem pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que pretende derrubar o déficit fiscal a 1% do Produto Interno Bruto (PIB), também é reavaliado, dado que ainda faltam sinais claros se de fato serão alcançadas. “O pacote Parece bem ambicioso, mas o valor que pode ser entregue deve ser menor” cita em comentário matinal o economista Carlos Lopes, do BV.

Às 11h30, o Ibovespa caía 1,04%, aos 110.687,92 pontos.

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