No ajuste de fechamento, o índice Dow Jones avançou 1,09%, a 34.086,04 pontos; o S&P 500 ganhou 1,46%, a 4.076,60 pontos; e o Nasdaq subiu 1,67%, a 11.584,55 pontos. O Nasdaq teve ganho mensal de mais de 10%, o maior avanço para um mês de janeiro desde 2001. Dow Jones e S&P 500 subiram quase 3% e mais de 6% em janeiro, respectivamente.
A desaceleração do índice de custo de emprego nos EUA no quarto trimestre, informada nesta manhã, serviu de nova evidência de arrefecimento das pressões inflacionárias no país. A confiança do consumidor, por sua vez, teve inesperada queda, de acordo com o Conference Board.
A combinação de inflação em baixa com piora nas condições econômicas reforça a tese de que o Fed colocará o pé no freio no processo de elevação de juros amanhã. O mercado consolidou expectativa por alta de 25 pontos-base na taxa básica, após aumento de 50 pontos-base em dezembro.
“Wall Street está lentamente ficando confiante de que o aumento do juro do Fed nesta semana pode acabar sendo o último neste ciclo de aperto”, afirma o analista Edward Moya, da Oanda.
Na quinta-feira, tanto Banco Central Europeu (BCE) quanto Banco da Inglaterra (BoE) devem optar por aumentos de 50 pontos-base em suas taxas básicas, em ritmo mais forte que o do BC americano.
Entre os destaques no pregão, a ação da General Motors saltou 8,35%, após a montadora informar crescimento no lucro na comparação anual quarto trimestre de 2022. Os resultados de International Paper (+10,52%) e ExxonMobil (+2,16%) também foram bem recebidos por investidores. A ação da PayPal ganhou 2,32%, com a notícia de que a empresa cortará 7% de sua força de trabalho.
Na contramão, Pfizer avançou 0,45%, depois que o grupo farmacêutico decepcionou em termos de vendas. Já Caterpillar cedeu 3,52%, com queda maior que a esperada nos ganhos.