Em Londres, o FTSE 100, caiu 0,36% a 7.882,45 pontos, enquanto o índice DAX, em Frankfurt, seguiu o movimento e fechou em baixa de 1,39%, a 15.307,98 pontos. O CAC 40, em Paris, cedeu 0,82%, a 7.129,73 pontos, e o FTSE MIB, em Milão, teve queda de 0,86%, a 27.268,17 pontos. Já em Madri, o índice Ibex 35 caiu 1,47%, a 9.107,60 pontos. Por fim, na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 subiu 0,33%, a 5.946,38 pontos. As cotações são preliminares.
Embora tenha ficado crescido 4% em 2022, conforme divulgado hoje, o PIB britânico segue abaixo dos níveis anteriores à pandemia de covid-19. Para a Capital Economics, o país insular europeu deve enfrentar recessão este ano, com queda do PIB real de 2%. A consultoria atribui o movimento ao processo de alta de juros, que ainda não foi completamente sentida, e à inflação.
Apesar da análise, o economista-chefe do BoE, Huw Pill, afirmou hoje que a previsão é que a inflação do país desacelere à taxa anual de 8% até o segundo trimestre de 2023.
Do outro lado do Canal da Mancha, a dirigente do BCE Isabel Schnabel reafirmou o compromisso da autoridade monetária de manter o aumento dos juros até alcançar a meta de inflação de 2% ao ano. Segundo ela, a desinflação ampla ainda não começou na zona do euro.
Entre as ações, a BP se destacou entre as altas, subindo mais de 2,5% na Bolsa de Londres, depois de anunciar que está desacelerando seus planos de cortar a produção de petróleo e gás. Na outra ponta, o banco Standard Chartered caiu mais de 5%, também em Londres, depois que o banco First Abu Dhabi negou que ainda estava considerando sua aquisição. Já a Adidas caiu mais de 11% na Bolsa de Frankfurt depois de alertar que poderia ter prejuízo este ano devido ao término de sua parceria com o rapper Kanye West.
*Com informações da Dow Jones Newswires