O primeiro foco do fundo será no desenvolvimento de empresas e empreendedores em estágios iniciais de maturidade, por meio de educação, formação e inserção de processos. Em um segundo momento, o foco será no reinvestimento nas melhores empresas que tiverem demonstrado tração nas verticais-alvo listadas.
Segundo Thiago Nigro, sócio da Bossanova, as startups continuarão a puxar o mercado, mesmo no atual momento socioeconômico, com a alta taxa de juros.
“No patamar que está, a grande parte das empresas — em especial aquelas de capital aberto — tem boa parte de seu valor ajustado para baixo, já que a maior do resultado de uma companhia acontece no futuro, e o dinheiro fica mais caro. Em geral, uma taxa que temos hoje costuma vir acompanhada de grandes recessões, mas startups em early stage costumam responder rápido a mudanças, pois têm menos amarras e são mais ágeis na mudança de rotas e na adaptação ao novo cenário”, explica Nigro.
A Bossanova opera desde 2015 no mercado e já investiu em mais de 1.700 startups. “Com a nossa atuação, focada em pré-seed e seed, junto à KPTL, que é um dos players mais relevantes no mercado de investimento em startups no seed e séria A, o fundo vai ter um olhar 360º nas soluções”, João Kepler, CEO e fundador da Bossanova.