O cobre para maio fechou em alta de 1,96%, em US$ 4,0895 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), mas no mês houve queda de 3,23%. Às 15h (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,96%, a US$ 8.851,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), com baixa mensal de 4,62%.
O TD Securities afirma que o cobre, apesar da queda mensal, se sai melhor que outros metais básicos, no atual contexto. O banco de investimentos cita problemas na oferta no Peru e no Panamá, mas também aponta que bloqueios em estradas peruanas perdem força, o que pode significar pressão de baixa para os contratos do metal. O TD ainda comenta, em relação ao zinco, que esse metal deve seguir sob pressão, mas acredita que ele pode encontrar um piso, diante de riscos à oferta.
O Wall Street Journal, por sua vez, reportava que nos últimos meses houve queda significativa na demanda por cobalto e lítio, com ajustes tanto na oferta quanto na demanda. Menores gargalos na oferta influenciam, enquanto a demanda da China por veículos elétricos e a demanda global por vários itens eletrônicos também perdem fôlego.
Entre outros metais básicos negociados na LME, no horário citado a tonelada do alumínio para três meses caía 0,08%, a US$ 2.374,50; a do chumbo recuava 0,50%, a US$ 2.102; a do níquel tinha baixa de 2,36%, a US$ 24.800; a do estanho caía 2,30%, a US 25.060; e a do zinco subia 0,70%, a US$ 3.022.
* Com informações da Dow Jones Newswires