• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como conquistar a segurança financeira com renda passiva

Vicente Guimarães, CEO da VG Research, diz quais são os melhores investimentos para construir uma boa mesada

Por Vicente Guimarães, VG Research

28/02/2023 | 8:05 Atualização: 28/02/2023 | 8:07

Receba esta Coluna no seu e-mail
Yelds mais altos garantem uma renda passiva maior no futuro. Foto: Envato Elements
Yelds mais altos garantem uma renda passiva maior no futuro. Foto: Envato Elements

No mundo dos investimentos, muita gente se pergunta: “Quanto é preciso ter investido para ter uma renda de R$ X mil reais”? A resposta não é tão simples, pois envolve tantas variáveis e questões que torna praticamente impossível elaborar uma resposta rápida e concreta.

Leia mais:
  • As 22 maiores pagadoras de dividendos de 2023; Veja
  • ‘As pessoas têm que parar de correr atrás do maior yield do mercado’, diz Habitat
  • Na queda de braço da política com o mercado, quem perde é a economia
Cotações
14/04/2026 19h50 (delay 15min)
Câmbio
14/04/2026 19h50 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Vejamos um exemplo. Uma renda passiva de R$ 5.000 mensais significa uma renda passiva anual de R$ 60.000. Para tanto, a carteira de investimentos deve gerar dividendos, juros ou renda neste valor. Isso parece bastante óbvio, mas muitos investidores que buscam a sonhada liberdade financeira investem em ativos que não geram renda e, portanto, não vão conseguir resultados.

Na minha visão, o melhor caminho para acumular patrimônio que gere uma boa renda passiva consiste em investir em ações de dividendos e fundos de investimento imobiliários (FIIs). Falo isso, pois, em termos gerais, uma boa carteira de renda variável, focada em ações de dividendos e fundos imobiliários, construída ao longo de vários anos chega a um yield (rendimento) médio pessoal de 6% – sendo bem conservador neste cálculo.

Publicidade

Dessa forma, a carteira deveria ter um valor mínimo de R$ 600.000 para gerar uma renda de R$ 60.000 – neste caso, um rendimento de 10%, portanto.

Na prática, obter um yield médio acima de 6% não é complicado. Eu já vi carteiras antigas, formadas ao longo de anos de investimento, com yields médios de 10%, 15% ou até mais. Quanto maior o tempo de formação da carteira, mais elevado tende a ser o yield médio. Isso ocorre porque os preços médios dos ativos adicionados à carteira tendem a se reduzir com o tempo, tendendo a zero ao longo de décadas.

Hoje, o yield médio das ações que formam o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil, está na casa dos 11%, com média histórica de 4%, e o rendimento dos fundos imobiliários que formam o IFIX, o índice de FIIs da Bolsa, está na casa dos 10,5% com média histórica de 7,5%.

Vale observar que esses números elevados de yield em relação à média histórica demonstram que os preços das ações e dos fundos imobiliários estão baratos hoje em dia. Logo, não é difícil o investidor montar uma carteira de investimentos com um yield de 10%.

Então, quanto investir?

Dito isso, também há uma grande dúvida de investidores que estão começando a alocar esforços neste mercado no que se refere a quanto investir para ter essa renda passiva em dez anos. Isso depende de inúmeros fatores. É preciso, por exemplo, levar em conta que o yield médio da carteira vai variar muito de investidor para investidor, dependendo do foco dado aos seus investimentos ao longo do tempo, aos ativos comprados, ao momento da compra e ao preço pago.

Publicidade

Um investidor pode levar poucos anos para montar uma carteira que gere uma renda anual de R$ 5.000 enquanto outro pode demorar muito tempo para chegar a este patamar ou, até mesmo, nunca chegar a esse montante.

Eu já vi muitas carteiras com mais de R$ 1 milhão investido e pulverizado em produtos financeiros distribuídos por bancos e corretoras. O yield médio de algumas dessas carteiras era ridiculamente pequeno, menor que 1% ao ano. No final das contas, essas carteiras geravam pouquíssima renda passiva.

Por outro lado, é preciso considerar que ativos comprados em momentos de estresse de mercado, com preços muito baratos, podem gerar yields médios acima de 20% ou mais. Mas vale ressaltar que existem ações que pagam poucos dividendos, as chamadas de “ações de crescimento”, e quando comprados com preço alto podem gerar uma carteira com yields muito baixos.

Dessa forma, recomendo focar em ativos que pagam bons dividendos e comprá-los quando estão baratos. “Se você quer produzir leite, você deve comprar vacas leiteiras. Quanto mais barato estiver a vaca leiteira melhor”, costumo dizer.

Reinvestimento de dividendos

Mas, no que se refere a reinvestimento dos dividendos na carteira, como se processa isso?

Publicidade

Bom, este é um fator que acelera muito os resultados. Esse é um dos segredos para gerar a “bola de neve” e o efeito exponencial no crescimento da renda e do patrimônio. No começo, esse valor é pequeno e ajuda muito pouco na acumulação de capital, porém, com o passar do tempo os dividendos aumentam e quando menos se espera o valor reinvestido já supera em muito o valor do aporte principal. O reinvestimento pode dobrar e até triplicar os resultados do investidor.

Mas, de fato, há uma preocupação enorme com os efeitos deletérios da inflação sobre o patrimônio. Neste caso, o investidor deve levar em conta que os rendimentos das ações e dos FIIs tendem, em média, a serem corrigidos pela inflação.

Nos FIIs essa compreensão é mais simples, uma vez que o aluguel dos imóveis que constituem o fundo tem contratos corrigidos pela inflação.

Já sobre os dividendos das ações, devemos levar em conta que elas refletem os lucros das empresas e estes dependem das receitas e vendas delas. Dessa forma, é fácil entender que as empresas tendem, em média, a repassar os aumentos dos seus custos (insumos, mão de obra, serviços) para seus produtos. O que, por sua vez, aumenta a receita, lucros e dividendos. Então, podemos desconsiderar a inflação da conta sem maiores problemas, o que facilita os cálculos sem afetar a precisão das projeções.

Publicidade

Por fim e não menos importante, é preciso entender que empresas de dividendos também crescem. Por exemplo, considerando que as empresas de dividendos tenham crescimento real médio de 3% e esse patamar representam um valor aproximadamente igual à média do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) nos últimos 50 anos. Ou seja, este crescimento se reflete em uma valorização de 3% ao ano (lembrando que estamos descontando a inflação).

Veja, é possível obter níveis de valorização bem maiores comprando ativos certos nos momentos certos. Um exemplo é a carteira de dividendos da VG Research, que valorizou 16% em 2022.

Considerando essas variáveis, bem conservadoras, o investidor que iniciar com zero de capital, precisará de aportes mensais de R$ 5.280 durante dez anos para obter um patrimônio de R$ 1 milhão que poderá gerar R$ 5.000 mensais de renda passiva (60 mil por ano = 6% de Yield).

Claro que o fator tempo é muito importante nesta conta. Se for um investimento de 20 anos o aporte mensal necessário para obter a mesma renda mensal de R$ 5.000 seria de R$ 1.560. Se for por 30 anos, sob as mesmas condições, o valor do aporte seria de apenas R$ 580.

Publicidade

Trata-se de uma questão de ajustar o plano do investidor com suas condições de investimentos mensais. O que vale é que há caminhos que podem atender a todo o tipo de perfil, é preciso se organizar e buscar informações, pois o mercado tem grandes possibilidades, algumas ainda mais vantajosas a quem busca a tão sonhada liberdade financeira.

* Vicente Guimarães é CEO da VG Research

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Dividendos
  • FII
  • Investimentos
  • Juros
  • Renda variável

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem IOF, cartões com criptos avançam no Brasil e prometem taxa de câmbio menor

  • 2

    Resgates de crédito privado somam R$ 12,3 bi em 3 semanas — e acendem alerta no mercado

  • 3

    Ibovespa bate novo recorde com falas de Trump, dólar abaixo de R$ 5 e petróleo perto de US$ 100

  • 4

    Ibovespa bate 18º recorde do ano e se aproxima dos 200 mil pontos

  • 5

    Petróleo recua e perde patamar dos US$ 100 com sinais de negociação EUA-Irã

Publicidade

Quer ler as Colunas de Espaço do Especialista em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Imagem principal sobre o 8 dívidas que idosos podem renegociar e aliviar o bolso no final do mês
Logo E-Investidor
8 dívidas que idosos podem renegociar e aliviar o bolso no final do mês
Imagem principal sobre o Starlink mini para viagem: o que está incluso para quem viaja?
Logo E-Investidor
Starlink mini para viagem: o que está incluso para quem viaja?
Imagem principal sobre o Starlink mini para viagem: quanto custa o plano ilimitado?
Logo E-Investidor
Starlink mini para viagem: quanto custa o plano ilimitado?
Imagem principal sobre o FGTS: veja como cadastrar uma conta bancária para receber o benefício
Logo E-Investidor
FGTS: veja como cadastrar uma conta bancária para receber o benefício
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar a situação do vale pelo celular
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar a situação do vale pelo celular
Imagem principal sobre o Feriados no Rio de Janeiro: veja os dias e se podem emendar em 2026
Logo E-Investidor
Feriados no Rio de Janeiro: veja os dias e se podem emendar em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 informações novas na pré-preenchida que facilitam a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 informações novas na pré-preenchida que facilitam a declaração
Últimas: Colunas
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro
Vitor Miziara
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro

Popular no exterior, o mercado de revisões começa a ganhar espaço no Brasil, mas levanta preocupações sobre o risco de estimular apostas disfarçadas de investimentos

14/04/2026 | 14h18 | Por Vitor Miziara
Estrangeiro compra Bolsa; brasileiro foge para a renda fixa — o que explica essa divisão
Marco Saravalle
Estrangeiro compra Bolsa; brasileiro foge para a renda fixa — o que explica essa divisão

Juros elevados travam o capital doméstico, enquanto estrangeiros usam o Brasil como proteção em meio ao choque global de commodities

13/04/2026 | 14h43 | Por Marco Saravalle
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?
Samir Choaib
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?

O caso envolvendo herdeira das Casas Pernambucanas reacende um ponto ignorado por famílias ricas: quem decide quando você não pode mais decidir?

11/04/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado
Eduardo Mira
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado

Choque geopolítico mexe com petróleo, inflação e juros, enquanto o país se beneficia de commodities e diferencial de taxas — mas segue exposto aos efeitos indiretos da crise

10/04/2026 | 14h50 | Por Eduardo Mira

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador