• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Previdência privada: conheça o plano instituído corporativo

A modalidade pode beneficiar a todos e acompanha a realidade das novas relações de trabalho

Por Equipe de Previdência da Sinqia

07/03/2023 | 12:47 Atualização: 07/03/2023 | 12:47

Receba esta Coluna no seu e-mail
A previdência pode ter qualquer plano futuro como objetivo final. Começar o quanto antes permite escolher o plano mais rentável. (Fonte: Pexels)
A previdência pode ter qualquer plano futuro como objetivo final. Começar o quanto antes permite escolher o plano mais rentável. (Fonte: Pexels)

No último trimestre de 2022, o mercado de previdência complementar foi impactado com a criação do plano instituído corporativo. Até agora, era conhecido por todos os planos patrocinados – em que os empregados da empresa patrocinadora podem aderir, sendo que a empresa realiza aportes/contribuições a favor dos participantes – e os planos instituídos – onde pessoas vinculadas aos empregados podem aderir, e a patrocinadora não precisa realizar aportes.

Leia mais:
  • Previdência privada: conheça o plano instituído corporativo
  • Tesouro RendA+, PGBL ou VGBL: o que é melhor para a aposentadoria?
  • Veja quanto é preciso investir para ter uma aposentadoria de R$ 10 mil
Cotações
01/05/2026 13h09 (delay 15min)
Câmbio
01/05/2026 13h09 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo a Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), desde 2008 não se observa o crescimento ou mesmo a criação de planos patrocinados, possivelmente pela inflexibilidade do setor, como obrigar contribuições da patrocinadora em prol dos empregados.

Os planos instituídos corporativos chegaram para promover a inclusão, já que podem ser oferecidos aos empregados de empresas de um mesmo grupo econômico, e também por outras razões sociais ligadas a elas, como fornecedores, prestadores de serviços, etc. Ou seja, se a patrocinadora “A” possui um plano, outras empresas ligadas a ela podem oferecer o mesmo plano. Outro diferencial é que a empresa que oferece o plano instituído corporativo não é obrigada a fazer os aportes aos seus participantes, como nos planos patrocinados, por exemplo, onde essa situação é mandatória.

Publicidade

A modalidade pode beneficiar a todos e acompanha a realidade das novas relações de trabalho, muito mais inclusiva. Para os beneficiados, ele se diferencia por sua abrangência, já que pode ser oferecido por entidades de classe a todos os seus funcionários e dependentes. A inclusão de dependentes é algo visto com muito bons olhos pelos seus participantes, afinal de contas, quem não quer resguardar seus familiares fazendo uma poupança futura? Outra vantagem é que seus participantes podem usufruir de benefícios tributários, ou seja, dedução de até 12% da renda tributável anual, além da opção pela modalidade da tabela regressiva de Imposto de Renda.

Para as empresas, o principal ganho está na ausência da burocracia atrelada à criação e oferta de um novo plano. Além disso, por reduzir a burocracia, o mercado está otimista com a expectativa que mais empresas ampliarão o leque de opções aos seus empregados, que hoje, em sua maioria, têm acesso apenas aos planos de previdência oferecidos pelas instituições financeiras. O mercado já vem se adaptando a essa nova modalidade de plano que, aos poucos, vai ganhando força com o empresariado. Com isso, as empresas podem ficar tranquilas, já que a proposta é apenas ampliar o acesso aos planos já existentes a outras empresas ligadas à “principal”.

Por trazer mais flexibilidade do que os planos patrocinados, existe a expectativa de que o plano instituído corporativo incentive mais empresários e lideranças a oferecer o benefício aos seus empregados. A Abrapp projeta que, em dois anos, o número de empresas patrocinadoras reunidas na previdência complementar fechada aumente de 3.500 para 7 mil. Tratando-se dos 53 milhões de assalariados atuando em 5,4 milhões de empresas existentes no Brasil – segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) – a projeção da Abrapp parece pequena, porém, é o pontapé inicial para oferecer a um maior número de pessoas a expectativa de um futuro mais seguro.

*Por Renata Coutinho, COO de previdência na Sinqia; Jefferson Gisi, Head de BPO de Previdência na Sinqia; e Renata Tognozzi, coordenadora de negócios na Sinqia

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aposentadoria
  • Conteúdo E-Investidor
  • Plano de Previdência
  • Previdência privada

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dólar cai ao menor nível desde 2024, mas cenário é frágil; veja o que esperar para maio

  • 2

    Ibovespa hoje tem 6ª queda seguida após Federal Reserve manter juros nos EUA; dólar sobe

  • 3

    Copom confirma Selic a 14,5%: onde investir com segurança agora

  • 4

    Superquarta: mercado vê risco no recado dos bancos centrais; veja o pior cenário para o investidor

  • 5

    Ibovespa hoje sobe 1,39% com Vale (VALE3) em alta e dólar fecha no menor valor desde março de 2024

Publicidade

Quer ler as Colunas de Espaço do Especialista em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Logo E-Investidor
IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Últimas: Colunas
O ano já está (quase) na metade. E agora?
Carol Paiffer
O ano já está (quase) na metade. E agora?

Com o ano avançando rapidamente, empresas ainda operam como se estivessem no início — e podem pagar caro por isso

01/05/2026 | 07h30 | Por Carol Paiffer
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos
Fabrizio Gueratto
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

O avanço dos FIDCs para R$ 800 bilhões marca o fim do amadorismo e exige tecnologia para enfrentar a alta inadimplência

30/04/2026 | 14h34 | Por Fabrizio Gueratto
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor
Einar Rivero
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor

Patrimônio mais que dobra em dois anos, base de investidores avança e diversificação consolida ativo como peça cada vez mais relevante na carteira do brasileiro

29/04/2026 | 14h22 | Por Einar Rivero
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?
Vitor Miziara
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?

Fluxo estrangeiro explica a alta do ano, não os fundamentos. Com o valuation já acima da média, o investidor precisa recalcular o jogo

28/04/2026 | 17h45 | Por Vitor Miziara

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador