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Bolsa: dúvidas com nível de juros no mundo pesam e Ibovespa mira queda

Após subir mais cedo e atingir a máxima 103.460,69 pontos, o índice Bovespa caiu para a mínima aos 102.567,55 pontos

Por Maria Regina Silva, Estadão Conteúdo

16/03/2023 | 12:35 Atualização: 16/03/2023 | 13:01

 (Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O Ibovespa opera com instabilidade, em meio à indefinição dos índices de ações do exterior: as bolsas americanas e o petróleo caem – o minério também cedeu (2,8% na China) -, enquanto as europeias sobem. Os investidores avaliam as palavras da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, após a instituição subir os juros em meio ponto porcentual, conforme o consenso de mercado.

Leia mais:
  • Como a quebradeira dos bancos nos EUA vai chegar no investidor brasileiro?
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No entanto, havia alguma especulação de aumento menor, dada a recente turbulência nos mercados após a falência de dois bancos regionais nos Estados Unidos e as dificuldades financeiras retratada pelo Credit Suisse. Agora, fica a expectativa da decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), na semana que vem.

Após subir mais cedo e ir à máxima 103.460,69 pontos, o índice Bovespa foi à mínima aos 102.567,55 pontos (-0,10%), após a decisão do BCE, numa espécie de avaliação de que a decisão se refere ao passado. O BCE alterou algumas projeções, e notou que as mudanças foram concluídas antes de tensões recentes nos mercados. No Brasil, os investidores esperam a apresentação do arcabouço fiscal, que pode sair nos próximos dias. Amanhã, o presidente Lula deve avaliar os detalhes da proposta.

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Por ora, a principal mensagem do BCE foi ontem, de que manterá a liquidez dos bancos, o veio antes mesmo da decisão dos juros pelo banco, avalia Acilio Marinello, Coordenador do MBA Executivo em Digital Finance da Trevisan Escola de Negócios. “O banco decidiu manter um cenário restritivo para combater a inflação. Só que por outro lado, o BCE parece mais assertivo do que o Fed, quando a Lagarde diz que agirá se for necessário”, avalia.

Em meio a incertezas sobre a saúde de bancos, Lagarde, assegurou que não enxerga um cenário de crise de liquidez, mas reforçou que a autoridade monetária está “pronta para agir” se o quadro geral assim exigir.

Na opinião de Marinello, o Fed parece estar numa posição mais desafiadora, dado que na Europa há vários bancos centrais que podem se unir para evitar um crise no sistema financeiro, dado que nos Estados Unidos, há somente o Fed. Além disso, cita que os dados de emprego dos EUA estão fortes, o que é um cenário favorável ao consumo, o que dificulta a desaceleração da inflação. “Se olhar por este prisma, o Fed tem de seguir apertando os juros. Por outro lado, os bancos estão começando a sentir essa alta de juros, tem essas dúvidas com o setor, e isso gerando desconfiança para quem tem conta nessas instituições”, diz.

Há um quadro alto de inflação, sem sinais de estabilização, e agora tem a situação dos bancos. O mais importante será entender como os BCS vão equilibrar esses riscos, observa Rodrigo Ashikawa, economista da Principal Claritas. “Aparceu um risco recente de instabilidade financeira que joga ao contrário. O cenário é bem delicado e agora ainda mais cresce a expectativa com o Fed, para ver se dá um norte um pouco melhor, qual será o balanço de risco”, afirma.

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Ontem, o Ibovespa fechou em queda de apenas 0,25%, aos 102.675,45 pontos, em meio a sinais de soluções para o Credit Suisse, que enfrenta dificuldades financeiras, depois de cair 2,18% na mínima intradia (100.692,04 pontos). Foi o quinto fechamento negativo seguido.

De fato, o banco suíço anunciou na madrugada de hoje que vai aceitar a oferta do Banco Nacional da Suíça (SNB, o banco central do país) para acessar uma linha de liquidez adicional no valor de até 50 bilhões de francos suíços.

O temor de uma crise no sistema financeiro mundial, após virem à tona os problemas do Credit Suisse e de dois bancos regionais norte-americanos, gerou apostas de moderação nas taxas de juros.

Às 11h42, o Ibovespa caía 0,21%, aos 102.454,77 pontos, em nova mínima. As ações da Vale e da Petrobras, de maior peso no índice, cediam entre 0,50% e mais de 1%, respectivamente. Entre os grandes bancos, o recuo máximo era de 0,70%

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