O ouro para abril fechou em queda de 1,51%, em US$ 1.953,80 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Na visão da Oanda, os preços do ouro sofreram o impacto de uma melhora no apetite de risco, com o alívio das pressões bancárias e em meio ao maior retorno dos juros dos Treasuries. A consultoria aponta que, se a turbulência nos bancos continuar diminuindo, o metal precioso pode retomar ganhos recentes.
Já a Heraeus projeta que, no curto prazo, o ouro deve ter dificuldades de alcançar novas altas devido à “aparente contenção” para garantir os depósitos bancários. Contudo, o metal deve voltar a subir à medida que o Federal Reserve (Fed) inicie cortes de juros, possivelmente no momento em que a economia americana entre em recessão, o que prejudicaria os Treasuries e beneficiaria o ouro na busca por segurança.