Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para maio subiu 0,07%, a US$ 4,0945 por libra-peso. Na semana, a alta foi de 0,48% e no mês, de 0,12%. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses caía 0,09% por volta de 14 horas (de Brasília), a US$ 8.993. Na semana, entretanto, o metal teve alta de 0,60% e, no mês, de 1,60%.
O cobre foi impulsionado pela desaceleração da inflação medida pelo PCE dos Estados Unidos, que favoreceu commodities por dar motivos para que o Federal Reserve (Fed) seja mais brandos em suas decisões.
Ontem, resultados indicando expansão de PMIs da China também haviam ajudado a impulsionar o cobre, visto que o país é o maior consumidor global da commodity.
Segundo fontes do Commerzbank, as empresas de fundição de cobre chinesas reduziram seu preço mínimo, o que aponta para um aperto na oferta. “Isso se deve presumivelmente à fraca produção de mineração no início do ano no Peru, o segundo país produtor mais importante depois do Chile”, indica análise. “De acordo com o Ministério de Energia e Minas do país, as exportações de cobre caíram 20% em janeiro em relação ao ano anterior”, aponta o banco sobre o quadro peruano.
Já segundo a Fitch Ratings, em relatório, a pressão sobre os preços das commodities provavelmente será de curta duração, “a menos que o choque bancário se espalhe para a economia em geral”. Segundo análise, a volatilidade dos preços “será impulsionada por tensões geopolíticas, a saúde da economia global e a evolução da demanda de petróleo da China após a reabertura”.
Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 1,05%, a US$ 2.417; a do chumbo caía 1,43%, a US$ 2.107; a do níquel subia 2,93%, a US$ 23.680; a do estanho ganhava 0,37%, a US$ 25.895; e a do zinco tinha baixa de 0,34%, a US$ 2.917,50.
*Com informações da Dow Jones Newswires.