Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para maio fechou a sessão em alta de 0,67%, a US$ 4,0915 a libra-peso. Por volta das 14h (de Brasília), o cobre para três meses avançava 0,61%, a US$ 9.010,00 por tonelada, na London Metal Exchange (LME).
A China foi destaque pela publicação da alta de 4,5% de seu PIB do primeiro trimestre, ante previsão de 4,0%, o que fez com que a Capital Economics revisasse sua projeção de crescimento para 2023 de 5,5% para 6,0%, enquanto o ING aponta que a alta indica que não há necessidade imediata de estímulos fiscais para a economia do país.
Os preços dos metais básicos se beneficiaram dos dados publicados pela China, aponta o Commerzbank. Não apenas o PIB aumentou mais acentuadamente do que o esperado no primeiro trimestre, mas os números das vendas no varejo em março também surpreenderam positivamente, apoiando o quadro geral da recuperação econômica impulsionada principalmente pelo consumo doméstico, avalia o banco.
No mercado de cobre, de acordo com os operadores de uma mina no Peru, que é uma das cinco maiores do mundo, a produção voltou à capacidade total depois que a agitação política interrompeu as operações nos últimos meses, aponta o Commerzbank. Além disso, os estoques, que haviam se esgotado devido às interrupções no transporte, aparentemente já estão sendo reduzidos, afirma a instituição alemã.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio subia 2,24%, a US$ 2.423,00; a do chumbo perdia 1,43%, a US$ 2.133,00; a do níquel se elevava 7,04%, a US$ 25.100,00; a do estanho subia 3,25%, a US$ 27.625,00; a do zinco tinha alta de 0,44%, a US$ 2.847,50.