Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, aos 15.895,20 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,21%, aos 7549,44 pontos. O FTSE MIB, em Milão subiu 0,15%, aos 27.933,61 pontos. O IBEX 35 ganhou 0,74% em Madri, chegando a 9.491,30 pontos. Já o PSI 20 subiu 0,38% em Lisboa, aos 6.222,32 pontos. Ainda assim, o Stoxx 600 caiu 0,11%, aos 468,12 pontos.
No Reino Unido, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) desacelerou em março, a 10,1%, mas ficou acima da expectativa de analistas, de 9,8%. Já na zona do euro, a Eurostat confirmou hoje que o CPI anual do bloco arrefeceu em março para 6,9%, atingindo o menor nível em 13 meses. Por outro lado, o núcleo do CPI da região segue preocupando, com salto recorde de 5,7% no mês passado.
No caso do FTSE 100, o índice caiu 0,13%, aos 7.898,77 pontos. Na visão do AJ Bell, as estimativas para os dividendos diminuíram desde o verão do Hemisfério Norte e a primeira rodada de resultados do ano inteiro, registrando pagamentos abaixo do esperado das mineradoras em particular. Espera-se que o HSBC seja o maior pagador individual de dividendos em 2023, à frente da Shell e da British American Tobacco, aponta, enquanto prevê-se que os dez principais pagadores gerem 55% do pagamento total de 2023.
“Apesar dessa decepção, os analistas estão, por enquanto, deixando de lado as preocupações com aumentos nos custos de insumos, taxas de juros, uma possível recessão e preços ainda mais baixos do petróleo. A estimativa consensual implica um crescimento de 11% no dividendo total do FTSE 100 para o ano que acabou de começar”, avalia.
Hoje, a cervejaria holandesa Heineken reiterou suas expectativas para 2023 após divulgar resultados trimestrais, e sua ação saltava 3,95% em Amsterdã. Por outro lado, a ação da mineradora chilena Antofagasta – que é listada em Londres – teve queda de 1,37%, após dados fracos de produção de cobre.