As mudanças ocorrem mesmo apesar de os cheques serem cada vez menos utilizados – houve redução de 94% em 27 anos. O BC, no entanto, registrou movimentação de R$ 667 bilhões via cheques em 2021 e de R$ 666 bilhões em 2022.
A principal mudança ocorre com a transferência de responsabilidade sobre o modelo-padrão dos cheques. Antes, o BC era o responsável pelos campos de preenchimento e itens de segurança, agora, as instituições financeiras assumem a tarefa. Os ajustes terão de ser comunicados ao Banco Central 30 dias antes de serem implementados.
No entanto, a expectativa é de que não ocorram mudanças significativas, uma vez que isso representaria custos elevados de adaptação.
Outra novidade é a possibilidade de uso do nome social nas folhas do talão de cheque, como é feito no Pix. Basta o cliente entrar em contato com o banco de emissão do cheque.