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Dólar hoje reflete novas projeções sobre a taxa de juros nos Estados Unidos

Negociações sobre a elevação do teto da dívida do governo federal americano também estiveram em foco

Por Gabriel Bueno da Costa

18/05/2023 | 17:44 Atualização: 18/05/2023 | 18:25

Moedas Globais. Foto: Envato Elements
Moedas Globais. Foto: Envato Elements

O dólar se valorizou hoje, em meio a declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), alguns dos quais apoiando mais aperto monetário para conter a inflação, e também com indicadores em foco.

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Além disso, as negociações sobre a elevação do teto da dívida do governo federal americano estiveram em foco, e nesse quadro o euro caiu mesmo com a possibilidade de mais altas de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). Entre divisas de países emergentes, o peso mexicano recuou, no dia em que o Banco Central do México manteve a política monetária, como esperado.

No fim da tarde em Nova York, o dólar subia a 138,67 ienes, o euro recuava a US$ 1,0773 e a libra tinha baixa a US$ 1,2408. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou ganho de 0,68%, a 103,584 pontos.

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O dólar já se valorizava no início do dia, e ganhou algum fôlego pela manhã, após dado de pedidos de auxílio-desemprego recuaram 22 mil na semana nos EUA, a 242 mil, quando a previsão dos analistas ouvidos pela FactSet era de 255 mil.

Vários analistas, entre eles o Citi, porém, destacavam que o dado havia sido influenciado após saltos em semanas anteriores que seriam solicitações fraudulentas registradas no Estado de Massachusetts. De qualquer forma, o Citi diz que este dado e outros recentes são consistentes com um mercado de trabalho ainda forte, mas relaxando um pouco dos níveis “extremamente apertados do ano passado”.

Entre dirigentes do Fed, Lorie Logan (Dallas) afirmou que os indicadores até agora não justificam uma pausa no aperto monetário em junho. James Bullard (St. Louis) indicou que pode apoiar nova alta de juros na próxima reunião, mas disse ter a “mente aberta” sobre o que pode ocorrer em junho. Para o diretor Philip Jefferson, a economia americana deve crescer no segundo trimestre, mas menos que no primeiro, enquanto o progresso da inflação vem desacelerando. No monitoramento do CME Group, crescia a chance de alta de 25 pontos-base nos juros em junho, mas manutenção seguia como o desfecho mais provável da reunião.

Além disso, as negociações sobre o teto da dívida seguiam como foco importante. Líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer relatou que houve “bons progressos” nas negociações nesta semana. O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Kevin McCarthy, disse que uma legislação para elevar o teto poderia ser apresentada para votação já na próxima semana.

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Entre dirigentes do BCE, Madis Muller considerou que seria prematuro esperar que o banco central reduza os juros no início do ano que vem. O vice Luis de Guindos, por sua vez, disse que ainda há espaço para altas nos juros, embora boa parte do aperto já tenha sido realizada.

Já entre países emergentes, o Banco Central do México decidiu manter a taxa básica de juros, em 11,25%, e indicou que ela ficará neste nível por tempo prolongado, além de mencionar que a inflação desacelera e as expectativas de inflação para 2023 diminuíram. A Pantheon viu o comunicado como “relativamente hawkish”, mas acredita que a desaceleração nos EUA dará ao Banxico margem de manobra no segundo semestre deste ano, com potencial corte nos juros no terceiro trimestre, na opinião da consultoria. O peso mexicano acentuou perdas após a decisão. No horário mencionado, o dólar avançava a 17,7092 pesos.

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