Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que a estrutura receberá parte dos rejeitos provenientes da usina de Brucutu. O complexo conta com uma planta de filtragem, que processa a maior parte do rejeito gerado e permite o empilhamento em estado sólido, além da produção de areia como coproduto, reduzindo-se, portanto, a dependência de Barragens.
Segundo a Vale, o início gradual das operações da Barragem Torto permite a melhora substancial da qualidade média do portfólio de produtos da Vale e maior produção de aglomerados, como pelotas e briquetes de minério de ferro, através da substituição da produtos de alta sílica por produtos de alta qualidade, como o pellet feed.
“A melhora do mix de produtos possibilita a captura de maiores prêmios sobre os preços de nossos produtos, contribuindo positivamente para nossos resultados. Conforme divulgado anteriormente, a Vale espera produzir 36 a 40 milhões de toneladas de aglomerados de minério de ferro em 2023 e 50 a 55 milhões de toneladas em 2026”, afirma.