• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Reforma tributária: como a nova regra vai pesar no bolso do consumidor?

Matéria foi aprovada na madrugada desta sexta-feira (7) na Câmara; agentes do mercado tentam medir os impactos

Por Artur Scaff, Daniel Rocha e Rebecca Crepaldi

07/07/2023 | 13:19 Atualização: 07/07/2023 | 18:30

Fernando Haddad, o ministro da Fazenda (Foto:  Reuters/ Adriano Machado)
Fernando Haddad, o ministro da Fazenda (Foto: Reuters/ Adriano Machado)

A reforma tributária foi aprovada na madrugada desta sexta-feira (7) na Câmara dos Deputados com 382 votos a favor, 118 contra e 3 abstenções ao projeto. A proposta que tramita no Congresso prevê simplificar o sistema tributário do País. No entanto, os especialistas em finanças argumentam que ainda é cedo para mensurar o impacto das mudanças no bolso do consumidor e que a tendência é que os preços se mantenham nos mesmos patamares atuais, pelo menos, no curto prazo.

Leia mais:
  • Veja qual impacto a reforma tributária pode ter sobre 16 setores da Bolsa brasileira
  • Como o mercado vê a aprovação da reforma tributária
  • Reforma tributária: como a nova regra dos impostos afeta os investimentos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A proposta inicial prevê a extinção de cinco impostos para dar espaço apenas para dois: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O IBS vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos Estados e o Imposto sobre Serviços (ISS) dos municípios, enquanto o CBS ficará responsável por unificar os impostos federais Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A alíquota geral dos tributos ainda não foi definida, mas as estimativas do governo apontavam para um porcentual de 25% como a ideal para manter a atual carga tributária. Além disso, alguns produtos e serviços terão alíquota 60% menor que a padrão, mas a lista dos itens que devem entrar nesse benefício fiscal deve ser definida em lei complementar.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A ideia central consiste em simplificar a complexidade do sistema tributário e não necessariamente diminuir a carga tributária. Portanto, isso não significa que o contribuinte, seja ele pessoa física ou jurídica, irá pagar menos impostos de forma generalizada”, explica Leonardo Roesler, advogado tributarista e sócio-fundador da RMS Advogados.

  • A reforma tributária pode afetar a taxação dos fundos e dividendos?

Por esse motivo,  a dimensão do impacto no bolso do consumidor só deve acontecer com a definição das alíquotas para os dois novos impostos. A partir daí, vai ser possível mensurar se os preços de itens essenciais e não essenciais sofrerão alteração. “Esperamos uma redução de em torno de 1% e isso não muda a vida financeira do consumidor no curto prazo”, afirmou William Eid, coordenador de centro de estudos da FGV de São Paulo.

Especialistas recomendam que os consumidores tenham calma e acompanhem as discussões sobre as alíquotas dos produtos e serviços que devem receber algum benefício fiscal. “Nós ainda vamos ter alíquotas teste, leis complementares e ajustes ainda serão realizados. Então, é preciso ter calma”, ressalta Gabriel Quintanilha, professor convidado de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro (FGV-RJ) e mestre em economia

A proposta também prevê a criação de uma cesta básica nacional, na qual os produtos terão alíquota zero. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a medida foi considerada um dos principais avanços da reforma tributária.

Apesar da comemoração, a desoneração só deve garantir que não haja elevação de preços dos produtos para a população, em especial, para as faixas de renda mais pobres do País. Itens da cesta básica já possuem isenções ou benefícios fiscais dadas por Estados e municípios. Com a reforma tributária, a previsão é que eles recebam o mesmo tratamento em todo território nacional.

  • Veja mais: Veja os pontos da reforma tributária que o investidor deve prestar atenção

“O que podemos esperar é uma ampliação de rol de produtos que podem ser incluídos na cesta básica nacional para evitar um aumento de carga tributária”, diz Rafael Cruz, advogado tributarista, sócio do escritório Fonteles Advocacia Empresarial. Por esse motivo, os consumidores não devem ver diferença nos preços no curto prazo com a reforma.

Publicidade

Já no setor de serviços, há possibilidade dos consumidores se depararem no futuro com valores mais altos. Segundo Daniela Froener, sócia da Silva Lopes Advogados, o setor é um dos que possuem a menor carga tributária do país. “Há serviços que pagam uma tributação de 8,5%. Então, com a reforma, pode ser que haja uma troca de 8,5% para 25% (alíquota prevista pelo governo)”, afirma.

No entanto, como o texto prevê a simplificação do sistema tributário e pode atrair, como consequência, mais investimentos, o encarecimento dos serviços pode ser compensado pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Implementação da reforma tributária

A implementação da reforma tributária estará completa apenas em 2033. Até lá, o sistema fiscal brasileiro caminhará progressivamente para o novo sistema, no intuito que os contribuintes e as empresas tenham tempo de se adaptar ao novo regramento. “Propõe-se a extinção gradativa de ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI, que serão substituídos por dois novos tributos: o IBS, cuja competência seria compartilhada entre Estados e municípios, e pela CBS, de competência da União”, comenta André Mendes Moreira, professor de Direito Tributário da UFMG.

As alíquotas praticadas na reforma tributária ainda serão determinadas por meio de lei complementar (LC). A expectativa é que a emenda constitucional da reforma tributária seja promulgada neste ano, mas as LCs sejam discutidas e apreciadas pelo Congresso somente no ano que vem.

Haverá também um período de transição de implementação desses tributos. A transição começaria em 2026 com um CBS de apenas 1% para testar o sistema, para que as alíquotas dos novos impostos sejam calibradas. Em 2027, a CBS entra em vigor totalmente, e a transição do IBS ocorrerá entre 2029 e 2032.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • icms
  • Imposto de Renda
  • Impostos
  • ipi
  • PIS e Cofins
  • Reforma tributária
Cotações
09/02/2026 20h14 (delay 15min)
Câmbio
09/02/2026 20h14 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

  • 2

    O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

  • 3

    Ibovespa na semana: Direcional (DIRR3) lidera ganhos; Raízen (RAIZ4) tomba 18%

  • 4

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 5

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice
Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

Difícil de entender e provar, crime ocorre de forma velada por causa da confiança que geralmente existe entre vítima e agressor

08/02/2026 | 05h30 | Por Igor Markevich
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR
Educação Financeira
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR

Com vencimentos concentrados entre janeiro e fevereiro, atrasos em impostos podem encarecer a conta e levar à dívida ativa

06/02/2026 | 16h03 | Por Ana Ayub
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso
Educação Financeira
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso

Levantamento da ARC4 mostrou ainda que uma mesma pessoa costuma concentrar mais de uma dívida em aberto

06/02/2026 | 14h36 | Por Beatriz Rocha
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar
Educação Financeira
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar

Encontros virtuais serão dedicados a traduzir os impactos da reforma tributária para empresários, investidores e contribuintes

05/02/2026 | 17h20 | Por Isabel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador