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Mercado

JBS (JBSS3) e o sonho americano: dupla listagem é boa para as ações?

Notícia gerou um burburinho e fez a JBSS3 saltar 9,05% no pregão de quarta-feira (12)

Por Luíza Lanza

13/07/2023 | 15:35 Atualização: 13/07/2023 | 17:17

JBS oficializou plano para levar suas ações a Nova York. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
JBS oficializou plano para levar suas ações a Nova York. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

A JBS (JBSS3) retomou o sonho antigo de ver suas ações listadas na bolsa de valores nos Estados Unidos. Sete anos após a primeira tentativa, a companhia informou ao mercado nesta quarta-feira (12) que vai propor a seus acionistas uma dupla listagem dos papéis.

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O objetivo de ampliar a sua capacidade de investimento e aumentar o acesso de investidores institucionais e de varejo às ações.

Se aprovado em assembleia extraordinária, as ações serão listadas na NYSE, em Nova York. Na B3, serão negociadas via BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

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Em fato relevante, a JBS informou que a reorganização acionária visando a listagem simultânea tem três objetivos principais: “Adequar a estrutura societária da JBS ao perfil global e diversificado das operações da companhia; potencial destravamento de valor das ações da companhia; ampliar a capacidade de investimento para fortalecer as condições de crescimento e competição com concorrentes globais.”

A JBS está propondo uma estrutura de classes de ações duplas. Os papéis do tipo “Class A common shares” serão negociados na bolsa de valores nos Estados Unidos, conferindo a seus detentores o direito a um voto por ação nas assembleias de acionistas.

Já a ação do segmento “Class B common shares” não será negociada na bolsa americana ou em qualquer outro mercado organizado, mas permitirá dez votos por ação nas assembleias. Os acionistas que optarem por esses papéis poderão solicitar a conversão dos ativos em ações Class A a qualquer momento, na proporção de uma ação B para uma ação A.

No Brasil, os acionistas poderão negociar recibos das ações classe A em BDRs de nível 2.

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A JBS tem agora um prazo de até 60 dias para convocar uma assembleia de acionistas que decidirá sobre o futuro do plano. Mas, se depender do mercado, a tendência é que a companhia finalmente veja o tão discutido “sonho americano” sair do papel.

A notícia gerou um burburinho e fez a JBSS3 saltar 9,05% no pregão de quarta-feira (12), disparada como a ação que mais subiu na sessão do Ibovespa. Na avaliação dos analistas dos bancos brasileiros a operação é positiva, deve gerar valor para as ações no longo prazo e permitir que os papéis da JBS sejam negociados em patamares de preços semelhantes aos pares internacionais de mesmo porte.

O BTG Pactual e o Itaú BBA têm recomendação de compra para o papel, enquanto o Santander mantém a visão neutra, sem fechar a porta para futuras reavaliações da recomendação. Veja as justificativas:

BTG Pactual

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 35

Para o BTG Pactual, a intenção de dupla listagem é fruto de certa frustração da administração da companhia frente aos múltiplos de negociação da JBS na B3. “Nós mesmos baseamos a classificação de compra quase exclusivamente em nossa visão de que a diversificação, escala, execução, custo de capital e progresso em todas as frentes ESG da JBS mais do que justifica múltiplos maiores”, dizem os analistas Thiago Duarte e Henrique Brustolin em relatório.

A sensação dos especialistas do banco é de que a JBS poderá atingir um grupo muito mais amplo de investidores, que não investiria na companhia como uma entidade listada no Brasil. Mas nem tudo são flores: a conversão da JBSS3 em duas classes de ativos é “controversa”.

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A nova proposta não muda as estruturas corporativas ou operacionais, nem implica direitos diferentes para acionistas distintos, mas, para o BTG, indica que os acionistas controladores podem estar mais propensos a aceitar a diluição do capital sem abrir mão do direito de voto. “Isso ainda representa um risco de como os minoritários vão receber o acordo proposto. Dito isso, nosso caso-base é que vão aprová-lo na esperança de que o negócio acabe gerando algum valor”, avalia o BTG.

O banco mantém a recomendação de compra para JBSS3, acreditando que é “agora ou nunca”.

Itaú BBA

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 39

Em relatório, os analistas do Itaú BBA Gustavo Troyano e Bruno Tomazetto avaliaram como positivo o anúncio da dupla listagem, destacando que mantém a visão construtiva para a ação da JBS apesar do momento desafiador de curto prazo.

Entre as principais vantagens da operação, os analistas destacam que a negociação nos EUA pode reduzir a diferença de múltiplos das ações da JBS com alguns de seus pares globais. Nos últimos 5 anos, a JBSS3 foi negociada a uma relação de EV/EBITDA de 4,5x, enquanto Tyson Foods e Pilgrim’s Pride, empresas internacionais do setor de alimentos, negociam historicamente a 8x e 7x, respectivamente.

Há ainda outros benefícios, segundo eles. “Aumento do potencial de ofertas primárias no futuro enquanto a empresa continua buscando aquisições para um portfólio de valor agregado; menores custos de financiamento através da emissão de dívida; e maior escrutínio da SEC, o que poderia melhorar a percepção de governança corporativa”, dizem no documento.

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O Itaú ressaltou ainda que a listagem da companhia nos EUA tem sido um assunto por anos, mas mostra um sinal de um aprimoramento da estratégia de longo prazo da empresa.

Santander

  • Recomendação: neutra
  • Preço-alvo: R$ 22,5

A avaliação do Santander é que a reestruturação acionária é positiva para o longo prazo, dados os benefícios mencionados e potencial reclassificação no estoque. Ainda assim, os analistas do banco mantêm a recomendação como neutra devido à visibilidade limitada nos ciclos de proteína dos EUA, ao menos por ora.

“Uma listagem dupla tem vários pontos positivos, que podem eventualmente levar a uma reclassificação das ações”, destacam Rodrigo Almeida e Laura Hirata em relatório. “Maior liquidez das ações, menor custo da dívida, e uma melhor percepção sobre governança corporativa. Como tal, acreditamos que a ação pode ser reclassificada para um nível mais próximo dos pares dos EUA.”

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