Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro caiu 0,17%, a US$ 3,9330 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para setembro registrava queda de 0,41%, por volta de 15h (de Brasília), a US$ 8.671,00. Na semana, o cobre subiu 4,99% na Comex e 3,53% na LME.
Nesta sessão, os investidores acompanharam os dados da Universidade de Michigan sobre sentimento do consumidor e de expectativas para a inflação. O avanço nos dois indicadores apoiou o dólar ante outras moedas, o que tende a tornar as commodities menos atrativas aos olhos dos investidores estrangeiros.
Mas metal se valorizou no decorrer da semana, marcada por dados da inflação americana que mostraram desaceleração e alimentaram aposta por um Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) menos agressivo nos próximos meses. O mercado também monitorou os noticiários na expectativa por novos anúncios de estímulos econômicos na China – que é a maior importadora de commodities do mundo.
O Goldman Sachs acredita, no entanto, que outros eventuais ralis nos metais serão de curta duração, porque o foco deverá voltar à demanda e aos estímulos da China, que é a maior importadora de commodities do mundo. O TD Securities comentou que os investidores deverão permanecer cautelosos em relação ao país asiático, já que “mais estímulos seriam necessários para reverter o impulso em desaceleração na demanda por commodities”.
Entre outros metais negociados na LME sob vencimento de três meses, a tonelada do alumínio caía 0,42%, a US$ 2.273,50; a do chumbo subia 0,52%, a US$ 2.128,50; a do níquel tinha alta de 1,88%, a US$ 21.630,00; a do estanho caía 0,78%, a US$ 2.8575,00; e a do zinco recuava 1,66%, a US$ 2.434,00 no horário citado.