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Investimentos

A inflação agora é amiga da bolsa de valores nos EUA?

Esta é uma oportunidade de ouro para comprar ações

Por Jessica Menton e Elena Popina, Bloomberg

14/07/2023 | 11:34 Atualização: 14/07/2023 | 11:34

Fachada do Federal Reserve (banco central dos EUA) em Washington. Foto: REUTERS/Jim YOUNG
Fachada do Federal Reserve (banco central dos EUA) em Washington. Foto: REUTERS/Jim YOUNG

Um ano depois da inflação ter afetado as apostas contra o mercado de ações dos Estados Unidos, ela está se tornando a principal prova para aqueles que apostam na continuação do rali este ano.

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Desde que o índice de preços ao consumidor chegou a 9,1% em junho de 2022, seu maior nível em quatro décadas, ele recuou constantemente diante da política monetária agressiva do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). A expectativa é que isso continue na quarta-feira (12), quando economistas preveem que o Departamento de Trabalho dos EUA informará que o índice subiu apenas 3,1% no mês passado – o menor aumento anual desde março de 2021.

Essa desaceleração deu apoio à alta do mercado de ações este ano, justificando a especulação de que os aumentos do Fed estejam quase perto do fim, mesmo que alguns ainda estejam por vir. Os investidores otimistas têm um precedente significativo para o entusiasmo: desde a década de 1950, os picos de inflação quase sempre foram seguidos por lucros de dois dígitos com as ações, de acordo com dados compilados pelo Leuthold Group.

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“Parece que o Fed está ganhando sua batalha contra a inflação”, disse Adam Sarhan, fundador da 50 Park Investments.

“Estou operando como se estivéssemos no início de um novo mercado em alta até que qualquer queda significativa diga o contrário”, afirmou. “É preciso haver um motivo para vender. Enquanto a inflação não for uma grande ameaça e o Fed não mudar a sua atitude em relação à taxa de juros, esta é uma oportunidade de ouro para comprar ações.”

O índice S&P 500 ganhou mais de 20% desde que atingiu sua pior marca em outubro, aumentando cerca de 15% desde que os dados do pico do índice de preços ao consumidor foram divulgados em julho de 2022. O índice repleto de empresas de tecnologia Nasdaq 100 subiu 40% em relação às baixas do ano passado, impulsionado em parte pelo entusiasmo com os avanços da inteligência artificial.

O fator crucial, no entanto, tem sido a esperança de que o alívio das pressões inflacionárias permita ao Fed este ano encerrar a campanha de política monetária que levou sua taxa de referência de quase zero, no início de 2022, para a faixa atual entre 5% e 5,25%.

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Com os formuladores de políticas do Fed entrando num período de silêncio na próxima semana, os traders estão focados na divulgação do índice de preços ao consumidor nos próximos dias para ter ideia da provável estratégia do banco central americano. Depois do relatório de empregos da semana passada sinalizar uma desaceleração no mercado de trabalho ainda aquecido, os números vão preparar o terreno para as ações antes da decisão sobre a taxa de juros do Fed em 26 de julho e a subsequente coletiva de imprensa do presidente do banco, Jerome Powell.

É claro que ainda existem muitos riscos para o mercado de ações, e os traders este ano estimaram inúmeras vezes o momento em que a taxa do Fed atingirá o pico, já que a economia se manteve melhor do que o esperado. Muitos estrategistas de Wall Street também têm conservado uma perspectiva de baixa, esperando que as ações caiam durante o segundo semestre, conforme o crescimento desacelera.

Além disso, o crescimento salarial mais forte que o esperado de junho provavelmente fará o Fed manter a estratégia de aumentar a taxa de juros este mês, com os traders precificando as fortes chances de mais um aumento este ano. Portanto, qualquer sinal de que a inflação ainda está persistentemente alta pode pressionar os setores mais valorizados do mercado de ações, principalmente as empresas de tecnologia que fizeram o Nasdaq 100 negociar em cerca de 29 vezes os lucros projetados.

“A IA será um grande acontecimento para os investidores na próxima década, mas é preciso ter cuidado no curto prazo”, alertou Cheryl Smith, gerente de carteira e economista da Trillium Asset Management, mencionando o risco de uma recessão.

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Mas os estrategistas da Wells Fargo Securities dizem que o endurecimento da política monetária do Fed deve continuar mostrando conquistas no combate à inflação pelo menos, se o histórico servir como guia. Eles mencionaram a forte correlação entre as mudanças nos preços ao consumidor e aquelas em uma medida comumente usada da oferta de moeda conhecida como M2. Essa medida está diminuindo, o que, segundo eles, provavelmente continuará a desacelerar a inflação conforme tira a demanda da economia.

“Mais liquidez está associada com o crescimento da inflação e vice-versa”, disse por e-mail Chris Harvey, chefe de estratégia de equity do Wells Fargo. “O M2 vem caindo há mais de um ano e continua diminuindo, embora num ritmo de desaceleração. Se a economia avançar aos tropeços e a inflação cair, isso é favorável aos preços mais altos das ações.”

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