A empresa afirma que não recebeu, até o momento, qualquer decisão oficial do governo federal acerca do tema. “Outrossim, a companhia esclarece que entende não haver vinculação formal da continuidade do projeto da UTN Angra 3 à sua inclusão no PAC”, informou em comunicado ao mercado.
Por fim, acerca da Eletronuclear, sociedade de economia mista responsável pelo projeto da UTN Angra 3, a Eletrobras cumpre informar que é atualmente controlada pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e que a Eletrobras detém participação de 67,947% do seu capital social total, sendo titular de 35,901% de suas ações ordinárias e 99,993% de suas ações preferenciais.
Em entrevista ao Broadcast Energia na semana passada, o presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Celso Cunha, se mostrava preocupado com a possibilidade de Angra 3 ficar fora do PAC. Para ele, seria um sinal de que o governo não está interessado em dar continuidade ao programa nuclear brasileiro.
No pregão de 3 de agosto, um dia após os ruídos, as ações de Eletrobras tombaram mais de 4%.