A companhia contou ainda com a manutenção da antecipação de recebíveis de cartão de crédito (11 dias), no mesmo valor que foi antecipado no primeiro trimestre, de cerca de R$ 250 milhões.
Os investimentos totalizaram R$ 56,4 milhões e as atividades de financiamento consumiram R$ 571,1 milhões. “Importante mencionar que, durante o segundo trimestre, liquidamos no vencimento o pagamento de dívidas bancárias no valor R$ 854,7 milhões, além da captação de notas comerciais no valor de R$ 250 milhões”, diz a companhia em seu release de resultados.
No fim do segundo trimestre, a dívida líquida era de R$ 749,7 milhões e a dívida total apresentava um prazo médio de 3,5 anos. A alavancagem calculada de acordo com os critérios de covenants das dívidas contraídas ficou em 1,3x a dívida líquida sobre o Ebitda últimos doze meses.
No cronograma da amortização da dívida, considerando apenas o principal, a empresa tem um desembolso de R$ 20 milhões que ainda deverá ocorrer em 2023. “Em adição aos valores apresentados no cronograma, em 2025, também teremos o compromisso de pagamento de principal de R$ 415 milhões, o qual foi negociado entre C&A e Bradesco, conforme acordo firmado para recompra do direito de oferta de produtos e serviços financeiros e está registrado na linha fornecedores do balanço”, escreve a gestão.