Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para dezembro fechou em queda de 0,13%, a US$ 1.944 por onça-troy.
Na visão do Danske Bank, a força dos juros dos Treasuries segue a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) poderá ser mais “hawkish” (duro no combate à inflação, no jargão em inglês) nas suas próximas comunicações, o que costuma pesar no metal precioso.
O TD Securities, entretanto, destaca que não deve haver uma queda adicional até que os preços caiam abaixo da marca de US$ 1.900 por onça-troy. Na visão do banco canadense, é necessário atenção adicional nas próximas tendências dos dados econômicos, principalmente quanto os resultados parecem coincidir com “períodos pré-recessão”. Já o ActivtTrades destaca que, apesar do metal ter reduzido parte das perdas seguindo uma desaceleração do dólar, ainda sim há possibilidade de a commodity “visitar” a área de US$ 1.900 por onça-troy.
Edward Meir, da Marex, por sua vez, destaca que o ouro, assim como o prata, ajudou a pressionar o índice Thomson Reuters-Jefferies CRB, uma referência global para commodities.