“Tivemos um trimestre bastante desafiador, impactado pela Medida Provisória nº 1.175 (MP), destinada inicialmente a pessoas físicas, que reduziu o preço dos carros zero quilômetro de até R$ 120 mil entre R$ 2 mil a R$ 8 mil”, segundo o release de resultados.
A empresa afirma que, como resultado da medida, reduziu a velocidade de compra de carros para o aluguel, além dos preços e volumes de venda de seminovos, com impacto temporário no ritmo de crescimento e no processo de rejuvenescimento da frota.
Entre abril e junho, o Ebitda consolidado ajustado totalizou R$ 2,498 bilhões, crescimento de 27,9% em comparação ao Ebitda proforma ajustado do mesmo período do ano anterior.
No trimestre, a empresa reconheceu o impacto negativo de R$ 631,4 milhões, antes de impostos, referentes aos efeitos da Medida Provisória, dos quais R$ 153,3 milhões impactaram o Ebitda de Seminovos e R$ 478,1 milhões impactaram o Ebit.
A receita líquida consolidada avançou 34,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior na comparação proforma, totalizando R$ 6,846 bilhões.
A receita líquida de aluguéis apresentou crescimento de 27,4%, sendo 9,9% na divisão de Aluguel de Carros e 58,1% em Gestão de Frotas. Já a de seminovos somou R$ 3,283 bilhões, aumento anual de 43,4%, “resultado do aumento expressivo nas vendas de Seminovos na comparação anual, dando sequência ao movimento da renovação da frota”.