Além disso, investidores avaliavam indicadores do continente e também uma pesquisa de expectativas de inflação entre consumidores publicada pelo Banco Central Europeu (BCE) Às 6h50 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 operava em baixa de 0,29%, em 456,62 pontos. Na China, o PMI composto recuou de 51,9 em julho a 51,7 em agosto, com o de serviços passando de 54,1 em julho a 51,8 em agosto.
Os números seguiam acima da marca de 50, que separa expansão da contração na pesquisa, mas claramente perdiam fôlego. Para a Oanda, o quadro na economia chinesa continua a ser de recuperação fraca, com fraqueza na demanda externa e também no mercado interno. Na Europa, o PMI composto da zona do euro recuou a 46,7 na leitura final de agosto, ante previsão de 47,0 dos analistas ouvidos pela FactSet. O PMI composto da Alemanha caiu a 44,6 em agosto, e o do Reino Unido teve baixa a 48,6. O PMI do Reino Unido veio, porém, melhor que o esperado e deu algum apoio à Bolsa de Londres, fazendo também a libra reduzir perdas.
Nos demais mercados acionários, porém, o sinal negativo permaneceu. O BCE, por sua vez, publicou pesquisa mensal sobre expectativas de inflação na zona do euro, relativa a julho. A expectativa para a inflação em 12 meses seguiu em 3,4%, mas para os próximos três anos ela teve leve alta, de 2,3% em junho a 2,4% em julho. Entre ações em foco, Credit Agricole recua 2,19% em Paris, a 11,33 euros, após o Goldman Sachs cortar seu preço alvo para o papel, de 12,60 a 11,50 euros, ao avaliar que o crescimento do lucro do Credit Agricole será mais fraco do que o de seus concorrentes. Às 7h02 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,06%, Frankfurt recuava 0,30%, Paris tinha baixa de 0,47% e Milão, de 0,20%, enquanto Lisboa caía 0,32%. No câmbio, o euro caía a US$ 1,0747 e a libra tinha baixa a US$ 1,2556.