Em reflexo, os índices acionários da região encerraram em terreno positivo. Já nos EUA, as bolsas de NY avançaram ignorando os dados de desemprego, índice de preços ao consumidor (PPI) e vendas no varejo, que não alteraram a expectativa de manutenção dos juros básicos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na decisão da semana que vem.
Válido salientar que o apetite ao risco também teve como pano de fundo o corte na taxa de compulsório bancário da China, anunciado durante à madrugada, em mais uma rodada de estímulos a economia local. Assim, o dia foi de novo avanço do petróleo e do minério de ferro. Por aqui, antes do início dos negócios, foi conhecido o volume de serviços do mês de julho, que mostrou alta de 0,5% ante o mês de junho e de 3,5% na leitura anual. Em ambos os períodos o indicador veio em linha com as projeções.
Desta forma, não foi determinante para o comportamento dos ativos locais, que se movimentaram apoiados no desempenho das commodities e das bolsas no exterior. Com o petróleo e o minério de ferro em alta, na bolsa, os setores de mineração e siderurgia, bem como o petrolífero, foram destaques.
Na máxima do dia o Ibovespa superou a marca dos 119.700 pontos, impulsionado por Vale e Petrobras. Ao final da sessão o índice era negociado aos 119.392 pontos, com alta de 1% e giro financeiro e R$ 24 bilhões. Com o maior apetite ao risco, o dólar mostrou fraqueza frente ao real, depreciou 0,9% e encerrou cotado aos R$ 4,87.
Na agenda de amanhã, são aguardados os dados de vendas no varejo de julho no Brasil e a produção industrial de agosto nos EUA.
Confira todos os vídeos e podcasts diários produzidos pela Ágora Investimentos.