“Embora a ação pareça barata no valuation atual de 9,4 vezes o preço por lucro (P/E) esperado para 2024, ela está sendo negociada a um múltiplo de 16,5 vezes, considerando o upcycle de caminhões (principalmente devido à depreciação mais baixa)”, afirmam os analistas Rogerio Araujo e Gabriel Frazao, em relatório enviado a clientes.
Ambos também citam que a potencial reforma tributária do Brasil é um risco adicional, que ainda não foi precificado. “No lado positivo, uma potencial redução da taxa de juros pode beneficiar Vamos, considerando a duração elevada de seu fluxo de caixa (11 anos)”, ponderam.
Já a compra da frota do Grupo Petrópolis, anunciada neste mês, embora positiva, não é vista como nenhuma mudança abrupta.
O novo preço-alvo da Vamos corresponde a um potencial de valorização de 27% ante o fechamento de sexta-feira, 15.