Em suas projeções, a Fitch espera Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) médio de R$ 2,5 bilhões, com dívida total de R$ 6,2 bilhões, o que representa uma alavancagem bruta de 2,4 vezes nos próximos três anos. Para a agência, há um realinhamento operacional em andamento na empresa, mas o mercado local fraco, pressões inflacionárias e necessidades de capital maiores devem pressionar seu desempenho no curto prazo. Já a eficiência de energia e o fim de gargalos podem permitir um aumento na capacidade utilizada. O ambiente para o aço enfraquece no Brasil, mas a reabertura chinesa puxou para cima preços do minério de ferro, aponta ainda.
A Fitch destaca também o fato de que a Usiminas tem mantido alavancagem bastante baixa.