• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como investir nos juros dos EUA com menos de US$ 100

Contas internacionais oferecem acesso aos juros americanos com aplicações mais baixas

Por Leo Guimarães

13/10/2023 | 10:38 Atualização: 13/10/2023 | 13:20

Subida dos treasuries estimula retirada de capital de mercados emergentes. Foto: Pixabay
Subida dos treasuries estimula retirada de capital de mercados emergentes. Foto: Pixabay

O custo de compra de títulos do tesouro americano pode ser elevado para o brasileiro médio, que terá de pagar preços acima de US$ 5 mil. Isso significa um desembolso de mais de R$ 25 mil, que não pode ser fracionado, como acontece em investimentos em bolsas americanas.

Leia mais:
  • Juros: taxas caem com alívio nos Treasuries e no câmbio
  • BDR sofre com concorrência de conta em dólar. Há risco de sumir do mapa?
  • Avenue e BlackRock levam parceria de ETFs à televisão
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mesmo para quem não dispõe deste montante, ainda é possível acessar a renda fixa dos Estados Unidos por meio das contas internacionais oferecidas pelas instituições financeiras do Brasil.

Nos últimos meses, o aperto monetário nos EUA para segurar a inflação chamou a atenção dos investidores brasileiros para os chamados Treasuries. Os títulos do governo dos EUA são considerados o investimento mais seguro do mundo e pagam hoje, no curto prazo, 5,5% ao ano em dólar. Esse percentual é o mais alto da curva de juros americana neste século.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para os menos abastados, há alternativas como fundo  Money Market, da Avenue, com prazo de liquidez D+2 a partir de US$ 1.000. Ainda sim, um valor alto, se considerar que não é todo brasileiro que pode reservar mais de R$ 5 mil em um aporte mensal, depois de pagar todas as suas contas. O dólar varia hoje acima dos R$ 5.

Entre as opções do mercado, clientes da conta internacional do C6 Bank têm duas opções de ficarem expostos aos juros americanos, com investimentos a partir de US$ 100, ou pouco mais de R$ 500. A instituição oferece os chamados TDs (time deposits) de resgate diário, sem taxa de corretagem.

No entanto, há alguns custos envolvidos. A conta internacional do banco tem uma anuidade de US$ 120 (em 12x de US$ 10) com taxa de manutenção de 6% ao ano sobre o patrimônio líquido, isento para correntistas com menos de US$ 10 mil aplicados. Ainda há incidência de Imposto de Renda no resgate.

ETFs são o caminho mais simples

Outros bancos e gestoras que não possuem produtos específicos em suas contas globais dão acesso, ao menos, aos ETFs (Exchange-traded fund), fundos de índice negociados na bolsa americana que permitem a exposição aos títulos de dívida do governo do EUA.

“Com US$ 20, US$ 50, US$ 100 dólares é possível investir em renda fixa americana”, afirma William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue. Os custos deste produto envolvem taxas anuais de administração do fundo (cobradas diariamente) e corretagem na compra e venda do ETF. Caso a venda de ativos não ultrapasse R$ 35 mil em um mês, não há cobrança de IR.

Publicidade

Há inúmeros ETFs atrelados à renda fixa americana. Para quem quer investir pensando no longo prazo (e com alta volatilidade de curto prazo), o TLT, da gestora BlackRock, é um exemplo de ETF com muita liquidez. Para quem pensa num prazo menor e quer ficar atrelado à inflação americana, há outros como o TIP (BlackRock) e o VTIP da Vanguard, maior gestora de fundos de investimento do mundo.

Os cuidados ao investir no exterior

Apesar de ser o caminho mais simples para o investidor brasileiro ter acesso à renda fixa americana, investir em ETFs envolve cuidados. Inclusive, é importante evitar comprá-los em momentos de alta do mercado.

“O investidor precisa estar ciente do custo de oportunidade. Quando investe num produto, ele deixa de investir em outro”, diz Bruno Perottoni, diretor de tesouraria do Braza Bank. Ele recomenda que o primeiro passo para dolarizar os investimentos, e entender as aplicações de produtos como ETFs, é buscar um bom gestor de investimentos, atrelados a entidades reguladas e supervisionadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aqui no Brasil e a SEC (Securities and Exchange Commission), nos EUA.

Perottoni lembra ainda que, mesmo com os juros americanos pagando algo em torno de 5%, as taxas básicas no Brasil são superiores a 12%, atualmente. “Além disso, há um custo de fechamento de câmbio para enviar dinheiro e trazê-lo de volta, além do IR. É uma conta mais complexa”, afirma.

Proteção em dólar

Celso Pereira, diretor de Investimentos da Nomad, casa que oferece conta internacional ao investidor brasileiro, pondera que é preciso levar em conta a proteção em dólar, quando se fala em investimentos na renda fixa americana. “No último mês, o câmbio variou 1,6%, passou de R$ 4,98 para o atual nível de R$ 5,5. Se anualizar essa taxa, chegamos a 21%, um retorno superior à atual Selic de 12,75%”, argumenta.

Ele defende que a diversificação no exterior deve ser pensada como uma estratégia de proteção à desvalorização cambial e como diversificação de riscos. E, como investir em renda fixa americana envolve o câmbio, o investidor deve estar preparado para uma volatilidade intensa no curto prazo. “É comum o dólar variar 2%, 3% numa semana”, comenta Pereira.

Publicidade

Mesmo considerando que a moeda americana entrou num patamar mais alto desde setembro, acima dos R$ 5 e, ainda, a uma descompressão nas mensagens do Fed em relação ao aperto monetário, Alves reforça que o investimento em títulos americanos são importantes para a diversificação na carteira e apresentam, agora, uma boa oportunidade de entrada.

“Se pensar a longo prazo – em um horizonte de cinco anos -, o nível atual da taxa de câmbio não deve ser um problema. Além disso, as maiores taxas de juros dos últimos anos continuam sendo uma realidade nos EUA”, diz.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Exchange Traded Fund (ETF)
  • Renda fixa
  • Treasuries
Cotações
24/05/2026 10h07 (delay 15min)
Câmbio
24/05/2026 10h07 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 2

    Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida

  • 3

    BOVA11 supera R$ 1 bi por dia e vira um dos ativos mais negociados da Bolsa em 2026

  • 4

    IR 2026: Receita abre consulta ao maior lote de restituição da história; veja quem entra

  • 5

    FIIs ainda têm espaço para subir, mas juros altos freiam ganhos; veja quais podem dar mais retorno

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: casas para famílias com idosos devem ser adaptadas?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: casas para famílias com idosos devem ser adaptadas?
Imagem principal sobre o Projeto busca endurecer multas para motoristas que dirigirem alcoolizados; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Projeto busca endurecer multas para motoristas que dirigirem alcoolizados; entenda como funciona
Últimas: Investimentos
FIIs ainda têm espaço para subir, mas juros altos freiam ganhos; veja quais podem dar mais retorno
Investimentos
FIIs ainda têm espaço para subir, mas juros altos freiam ganhos; veja quais podem dar mais retorno

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos imobiliários ainda são negociados abaixo do valor ideal, com potencial de alta de até 32%; entenda se o momento está para logística, shopping ou outros segmentos

22/05/2026 | 14h44 | Por Daniel Rocha
BOVA11 supera R$ 1 bi por dia e vira um dos ativos mais negociados da Bolsa em 2026
Investimentos
BOVA11 supera R$ 1 bi por dia e vira um dos ativos mais negociados da Bolsa em 2026

ETF que replica o Ibovespa concentra quase metade das negociações da indústria de ETFs, dobra patrimônio em um ano e ganha espaço em estratégias de investidores institucionais e estrangeiros

22/05/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida
Investimentos
Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida

É a recuperação judicial recente que mais concentra Fundos de Direitos Creditórios, que cresceram fortemente nos últimos anos

21/05/2026 | 16h25 | Por Marília Almeida
Nvidia mostra que surfa sozinha a onda da IA; veja se ainda faz sentido investir na ação
Investimentos
Nvidia mostra que surfa sozinha a onda da IA; veja se ainda faz sentido investir na ação

Balanço acima das expectativas reforça liderança na era da inteligência artificial; analistas veem crescimento forte, mas alertam para riscos e volatilidade

21/05/2026 | 11h10 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador