No fim da tarde em Nova York, o dólar caía a 149,50 ienes, o euro recuava a US$ 1,0515 e a libra tinha baixa a US$ 1,2139. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou alta de 0,05%, a 106,648 pontos. Na semana, o DXY subiu 0,57%.
O conflito entre Israel e o Hamas foi foco importante, enquanto os EUA atuavam na diplomacia para tentar restringir potenciais desdobramentos do conflito. A cautela apoiou a busca por segurança também no mercado cambial, embora o dólar tenha mostrado fôlego contido. Na agenda de indicadores, o sentimento do consumidor dos EUA medido pela Universidade de Michigan caiu, abaixo do esperado por analistas, e a expectativa de inflação cresceu na pesquisa.
Entre dirigentes do Fed, Patrick Harker (Filadélfia) disse que o ciclo de aperto de juros pode já ter chegado ao fim. Segundo ele, com isso ganha força a possibilidade de um pouso suave na economia americana.
Na Europa, o euro recuou mesmo após dado mais forte que o previsto na região. A produção industrial da zona do euro cresceu 0,6% em agosto ante julho, acima da previsão de 0,5% dos analistas ouvidos pela FactSet.