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Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para dezembro fechou em baixa de 0,08%, a US$ 1.986,10 por onça-troy.
Analista da Oanda, Edward Moya observa que a “maratona do ouro rumo a um recorde” se deparou com um obstáculo, à medida que a guerra entre o Israel e o Hamas ainda não se expandiu para um conflito maior e em meio ao fortalecimento do dólar neste pregão. “Entretanto, existem muitos riscos geopolíticos, de dívida e de crédito para que a tendência de alta do metal precioso termine”, avalia Moya, acrescentando que o principal suporte para o ouro está na região de US$ 1950 a onça-troy.
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Em nota, a Berenberg também projeta que a alta do ouro deve continuar, “particularmente apoiada por comentários feitos na última semana pelo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, que apontou pausa no aperto monetário”.
Investidores também monitoram a disputa entre sindicatos da África do Sul. Um grupo de mineiros de um sindicato rival e sem registro mantém centenas de trabalhadores presos pelo segundo dia em uma mina de ouro subterrânea, informaram a polícia e autoridades da mina, segundo a Associated Press. Estima-se que 562 trabalhados estão presos e, entre eles, aproximadamente 120 seriam apoiadores do sindicato. Os detalhes não são claros e há depoimentos conflitantes sobre a situação, com o sindicato afirmando que os trabalhadores estão em protesto e não são reféns do movimento.
Com informações da Dow Jones Newswires
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