“As vendas foram impactadas pela deflação alimentar (-3,0% no trimestre e -0,8% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE) e pela pressão de volumes”, afirma o Carrefour. As vendas brutas do segmento de atacarejo permaneceram estáveis na comparação com o terceiro trimestre de 2022, em R$ 19,7 bilhões.
“Continuamos a ver clientes B2B desentocando, principalmente no início do trimestre, e comprando em padrões mais fracionados, resultando em menor ticket médio e maior número de tickets”, explica. Já as vendas brutas do varejo caíram 15,3% na comparação anualizada, para R$ 7,0 bilhões.
“A queda nas vendas foi resultado principalmente da redução de 17% na área de vendas, com a conversão de 32 lojas de varejo (27 Hipermercados BIG, 2 Todo Dia e 3 Hipermercados Carrefour) em lojas Atacadão”, diz. Os segmentos do atacarejo e do varejo representaram 70% e 25%, respectivamente, das vendas brutas totais do Carrefour no terceiro trimestre de 2023.
O GMV total atingiu R$ 2,5 bilhões, o que representou um acréscimo de 49,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pela expansão de 116,7% do 1P Alimentar em relação ao mesmo período de 2022.
O faturamento bruto do Banco Carrefour atingiu R$ 15,1 bilhões no terceiro trimestre, tendo crescido 13,1% ante julho a setembro de 2022. Segundo o Carrefour, isso se dá “à medida que continuamos a captar novos clientes em lojas recentemente convertidas”.
O Carrefour relata, ainda, ter inaugurado 3 novas lojas de atacarejo nos Estados de São Paulo (2) e Mato Grosso do Sul (1) no terceiro trimestre. “Também inauguramos 3 novas lojasCarrefour Express no Estado de São Paulo”, acrescenta.