O Ibovespa hoje subiu 0,29%, aos 118.500,47 pontos, e com volume negociado de R$ 14,2 bilhões.
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O Ibovespa hoje subiu 0,29%, aos 118.500,47 pontos, e com volume negociado de R$ 14,2 bilhões.
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O IBOV sustentou os 118 mil pontos e contou com o apoio do avanço das ações ligadas às commodities. Entretanto, o movimento foi contido, entre uma faixa estreita de 600 pontos e baixo volume negociado, evidenciando certa cautela dos investidores após o forte avanço de sexta-feira.
No fechamento da semana passada houve empolgação com o aumento das perspectivas de encerramento do ciclo de alta dos juros nos EUA e antecipação dos cortes para o final do primeiro semestre do próximo ano.
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“Os juros futuros subiram e acompanharam os yields externos, devolvendo parte da queda recente causada pelo Fomc dovish e payroll, com a questão fiscal interna sem maior impacto sobre os preços”, observou Alexsandro Nishimura, economista e sócio da Nomos, se referindo ao banco central americano mais propício a um afrouxamento de juros.
Nishimura argumenta que reação dos juros no Brasil acontece com noticiário sobre a resistência de Fernando Haddad em alterar a meta de déficit zero, e declaração de Arthur Lira de que não vê mudança por parte do Congresso.
As ações das aéreas recuaram, com uma combinação de fatores conjunturais, como as altas do DI, petróleo e dólar, além da nova revisão do guidance para o final do ano e o balanço do terceiro trimestre de 2023 da Gol.
As ações dos frigoríficos tiveram uma melhora de cenário para as margens, com grãos em baixa e recuperação nas exportações.
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Em Nova York, S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram 0,04%, 0,03%, 0,14%, respectivamente.
O dólar e o euro caíram -0,17% e -0,19% frente ao real na sessão, atingindo os R$ 4,88 e R$ 5,24, respectivamente.
As três ações que mais desvalorizaram no dia foram CVC (CVCB3), Yduqs (YDUQ3) e Grupo Soma (SOMA3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
As ações da CVC elevaram o ritmo de perdas para 7,69% (R$ 3,00), fechando na mínima da sessão, enquanto investidores colocaram no preço os resultados do terceiro trimestre da companhia. Para o Bank of America (BofA), o prejuízo por ação de R$ 0,20 foi maior do que o esperado pelo consenso (de R$ 0,15), ofuscando resultados operacionais subjacentes que superaram as expectativas.
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A CVCB3 está em alta de 9,09% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de -33,18%.
Na ponta negativa, Yduqs caiu 7,50 %, a R$ 17,88. Para o Bradesco BBI, os papéis do setor são os maiores prejudicados pela piora do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Para alguns analistas, o fato de o governo estudar uma possibilidade de contenção ou restrição ao ensino digital também tem amassado um pouco as expectativas dos investidores.
A YDUQ3 está em alta de 0,85% no mês. No ano, acumula uma valorização de 77,91%.
Rotação de carteira pode estar entre os motivos de queda do Grupo Soma nesta segunda, 6, com queda de 6,29% a R$ 5,51. A Genial Investimentos tirou as ações da empresa de sua carteira de investimento, direcionando o foco para setores mais resilientes, como empresas de serviços públicos e empresas que pagam bons dividendos.
A SOMA3 está em alta de 4,16% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de -45,01%.
*Com Estadão Conteúdo
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