Apesar da queda dos prêmios de risco, os índices de Nova York encerraram o dia mistos. Já na Europa, a maioria das bolsas fecharam o dia em alta, impulsionadas por perspectivas de relaxamento no aperto monetário dos bancos centrais locais, o que foi respaldado por indicadores e declarações de dirigentes, além da publicação de balanços corporativos.
Por aqui, o Ibovespa encerrou próximo a estabilidade, com pouca convicção, em virtude da descompressão de risco continua observada no lado macroeconômico doméstico e norte americano. Além disso, a alta do minério de ferro nesta madrugada na China, o crescimento das vendas no varejo no Brasil em setembro e a aprovação do texto da reforma tributária na CCJ do Senado, ontem, foram fatores que também estimularam o apetite por risco na sessão.
Neste ambiente, o principal índice da B3 apresentou leve queda de 0,08% aos 119.177 pontos, com giro financeiro de R$ 23,5 bilhões, enquanto o dólar avançou 0,66%, cotado a R$ 4,91. Já nos juros, o movimento foi de queda generalizada ao longo da curva a termo, acompanhando os Treasuries americanos.
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