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Juros voltam a cair com petróleo e Treasuries, mas risco fiscal limita alívio

O alívio nos rendimentos dos Treasuries e o recuo nos preços do petróleo tiraram a pressão na curva local

Por Denise Abarca

08/11/2023 | 18:28 Atualização: 08/11/2023 | 20:15

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Os juros futuros de médio e longo prazos deram sequência ao movimento de queda visto ontem, ainda apoiados pelo exterior, mas mantendo o noticiário sobre a área fiscal no foco. As taxas curtas ficaram estáveis.

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A nova rodada de alívio nos rendimentos dos Treasuries e o recuo nos preços do petróleo estimularam a devolução de prêmios na curva local, enquanto o mercado acompanhava a evolução da pauta econômica no Congresso. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 fechou 10,795%, de 10,796% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 fechou em 10,56%, na mínima (10,60% ontem). O DI para janeiro de 2027 encerrou com taxa de 10,66% (mínima), de 10,75%, e o DI para janeiro de 2029, com taxa de 11,03%, de 11,13%.

“Temos hoje a taxa da T-Note de dez anos próxima dos 4,50%. Como Powell não fez comentários sobre a política monetária, o mercado viu espaço para dar sequência à reação positiva vista após o payroll. Mas o noticiário fiscal aqui limita o alívio”, resume o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, acabou não discutindo a política monetária nem a perspectiva para a economia em discurso no fim da manhã.

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Nas commodities, o petróleo, que ontem havia caído 4%, hoje cedeu mais de 2%, com o tipo Brent voltando a fechar abaixo de US$ 80, o que não ocorria desde julho. Assim, tanto o diesel quanto a gasolina estão ainda mais caros no Brasil, o que abre a possibilidade de novos reajustes em baixas para os combustíveis. Se o cenário de curto prazo para a inflação está mais tranquilo, a parte fiscal pesa.

O resultado do setor público consolidado surpreendeu negativamente, com déficit de R$ 18,071 bilhões em setembro. Foi o pior desempenho para o mês desde 2020 (déficit de R$ 64,558 bilhões), no auge das medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19. A mediana das estimativas era de superávit de R$ 9,60 bilhões. A dívida líquida do setor público atingiu 60% do PIB, mais alta desde dezembro de 2020.

Para Luíza Benamor e João Leme, da Tendências Consultoria, os números sedimentam as perspectivas de descontrole das contas públicas. “Sucessivas frustrações no âmbito da arrecadação federal, bem como expansão das despesas e ampliação do déficit primário acumulado apontam para uma inevitável deterioração das finanças públicas em 2023”, afirmam.

Ontem, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso aprovou o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mantendo a meta zero, mas o ministro da Casa Civil, Rui Costa, pediu até dia 16 deste mês para o governo decidir se pede ou não a alteração da meta. Em evento hoje em Nova York, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse hoje que uma mudança na meta poderia ser interpretada pelos agentes como um “abandono” do novo arcabouço fiscal, que tornaria muito mais difícil estimar o crescimento das despesas do governo nos próximos anos.

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Neste cenário, a aprovação dos projetos de elevação de receitas ganham ainda mais urgência para dar sobrevida à meta. Uma das grandes apostas é a proposta que regulamenta as subvenções do ICMS. Na reunião lideranças da Câmara com o ministro Fernando Haddad, participantes disseram ao Broadcast Político que a impressão foi de que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), “bancou” a medida, com aval do colégio de líderes. Se a aprovação ocorrer via Medida Provisória, como defende a equipe econômica, a estimativa de arrecadação é R$ 35,3 bilhões.

No Senado, a expectativa é de aprovação da reforma tributária em primeiro turno na votação hoje no plenário. Na contagem das lideranças nesta tarde, o governo teria 52 votos a favor, pouco acima dos 49 necessários à aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

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