A corretora destaca o lucro líquido recorrente do banco, que foi de R$ 8,785 bilhões, e a expansão da carteira de crédito, que cresceu 2% na comparação trimestral e 10% na anual.
A inadimplência aumentou sequencialmente para 2,81%, 0,07 ponto porcentual acima do segundo trimestre deste ano, mas a XP avalia que, “sem o impacto do grande cliente corporativo que entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro de 2023, o número teria ficado estável”.
O risco de crédito, segundo a casa de investimentos, também foi impactado pela provisão adicional devido ao pedido de recuperação judicial de janeiro por “uma empresa do segmento de grandes empresas”.
O Banco do Brasil acumula alta de 49% no ano. Ainda assim, a XP acredita que as ações estão descontadas, com “avaliação atraente” de 4,4 vezes o preço pelo lucro (P/L) para 2024. A recomendação de compra foi reiterada, e o preço-alvo, de R$ 61 por ação, representa potencial valorização de 18% sobre o fechamento de ontem, 8.
Há pouco, porém, nesta quinta-feira (9), as ações do Banco do Brasil caíam 3,52%, cotadas a R$ 49,86, em meio à coletiva de imprensa para comentar os resultados trimestrais.