“A Cteep teve um impulso em seu volume médio diário de negociação (ADTV) devido às recentes discussões sobre a potencial venda pela Eletrobras (ELET6) de sua participação no empresa. Mesmo que o ADTV volte aos níveis anteriores ao anúncio desta possível transação, acreditamos que ainda há uma grande chance de que a empresa seja incluída no índice”, escrevem Carlos Sequeira, Osni Carfi, e Guilherme Guttilla, em relatório enviado a clientes.
Os analistas afirmam que o setor de utitilies deve ser o que mais ganhará participação no índice (+0,19 ponto porcentual), caso a Cteep seja incluída. Já bancos, Metais e Mineração (M&M) e Óleo e Gás (O&G) perderão participação (-0,4 ponto porcentual cada), com ligeiras reduções nos pesos de Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Vale e Petrobras, estima o BTG.
O banco afirma ainda que “após tendência de ‘desconcentração’, Ibovespa está ‘reconcentrando'” os pesos das ações da carteira novamente, visto que nos recentes rebalanceamentos de carteira o número de membros do índice diminuiu e a concentração voltou a aumentar. “O índice deve se expandir ligeiramente no próximo reequilíbrio (apresentando 87 ações), mas ainda terá 2 ações/empresas a menos que em janeiro de 2023 e menos 6 que em janeiro de 2022”, pondera.
O BTG também diz que espera a inclusão de Vivara (VIVA3) no Ibovespa a partir de maio de 2024, sem entrar em maiores detalhes.