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Ibiuna: 2024 abre espaço para investimentos pró-risco no 1º semestre

Segundo a gestora, os mercados globais mostraram forte rali em ativos de risco em novembro

Por Bruna Camargo

06/12/2023 | 17:15 Atualização: 06/12/2023 | 17:15

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

A estratégia macro da Ibiuna Investimentos está concentrando suas atenções em um cenário de inflação baixa em 2024, o que deve abrir espaço para um ambiente de investimentos pró-risco no primeiro semestre do ano que vem – momento em que visualiza o início de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A avaliação consta na carta mensal de gestão mais recente divulgada pela Ibiuna.

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Segundo a gestora, os mercados globais mostraram forte rali em ativos de risco em novembro, na esteira da precificação do fim de altas de juros básicos nos Estados Unidos. “A combinação entre surpresas baixistas de inflação, desaceleração do crescimento e a perspectiva de alívio monetário nos Estados Unidos induziu a quedas nas curvas de juros pelo mundo, enfraquecimento do dólar americano e forte performance dos ativos de risco, inclusive renda variável e emergentes. Nosso portfólio se beneficiou desse ambiente benigno”, descreve a carta.

A Ibiuna afirma ver uma “possibilidade concreta” de cortes de juros se iniciando no mundo desenvolvido em meados do próximo ano, mas sugere cautela porque “a magnitude e a pressa da precificação de cortes observados em novembro nos pareceram excessivas dadas as incertezas ainda presentes não só nos dados de atividade e inflação como também na provável resposta conservadora de Bancos Centrais preocupados em sedimentar a ainda recente baixa da inflação”.

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“Entretanto, caso se confirme a perspectiva de inflação baixa em 2024 como esperamos, vemos espaço para um ambiente de investimentos pró-risco ao longo do primeiro semestre, o que tem concentrado nossas atenções na busca de oportunidades de investimentos nesta virada de ano”, diz a equipe de gestão.

No exterior, após a forte performance em novembro, a Ibiuna reduziu taticamente o risco alocado a posições aplicadas (que apostam na queda) de juros em países desenvolvidos e emergentes, mas informa ter mantido a perspectiva de “realocar risco naqueles com projeção de início ou intensificação de ciclo de queda de juros no primeiro semestre de 2024”. Em moedas, a gestora manteve o viés vendido (que aposta na queda) em dólar e comprado (que aposta na alta) em moedas na América Latina, inclusive o real.

Visão construtiva para Brasil no curto prazo

O rali global pró-risco de novembro se sobrepôs a renovadas preocupações com a trajetória das contas públicas, na avaliação da equipe de gestão macro da Ibiuna. “O ponto focal são as metas de resultado primário para os anos 2024-2026, já que seguidas tentativas de enfraquecimento do frágil arcabouço fiscal vigente têm levado a dúvidas sobre sua efetividade em conter uma trajetória de crescimento acelerado da dívida pública mesmo que só a médio prazo”, descreve, na carta.

Mas a gestora destaca um conjunto de fundamentos que, junto ao ambiente externo benigno, sugere uma visão construtiva para ativos brasileiros no curto prazo: “performance forte das contas externas, revisões altistas do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e um bem sucedido processo de desinflação que deve colocar os juros Selic em cerca de 9,5% em meados de 2024”. Para prazos mais longos, há uma avaliação cautelosa.

Assim, as principais posições da estratégia em Brasil são a redução do risco das posições aplicadas em juros nominais e reais, enquanto houve manutenção de trades (negociações) de valor relativo nas curvas de juro real e de implícitas. Na renda variável, o time de equities manteve a exposição a ações brasileiras, mirando a captura de alfa puro via posições long-short não direcionais.

Resultado em novembro

Em novembro, o Ibiuna Hedge FIC FIM apresentou alta de 2,02%, enquanto acumula valorização de 4,6% em 2023. Segundo a carta, as posições aplicadas em juros tanto de países emergentes quanto desenvolvidos selecionados foram as principais fontes de ganhos. No Brasil, as posições aplicadas em juros nominais e reais também contribuíram para o retorno do mês.

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